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Psicologia da saúde / Jane Ogden ; trad. Carla Patrocínio, Fátima Andersen

Main Author: Ogden, Jane Secondary Author: Patrocínio, Carla
Andersen, Fátima
Edition: 2ª ed. rev. e ampliada Publication: Lisboa : Climepsi, 2004 Description: 456 p. : fig.Series: Manuais universitários , 11ISBN: 972-796-092-8Topical name: Psicologia | Saúde | Comportamento | Stress | Doença | Por indexar CDU: 159.9 | 61 | 613
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Tít. orig.: Health psychology

Índice
Prefácio à 1ª edição portuguesa, por José Luís Pais Ribeiro, p. 11
Prefácio à 2ª edição inglesa, p.13
1. Uma introdução à psicologia da saúde, p.15
Antecedentes da psicologia da saúde, p.15
O que é o modelo biomédico?, p.16
O século XX, p.17
Quais os objectivos da psicologia da saúde?, p.20
Que futuro para a psicologia da saúde?, p. 22
Quais os objectivos deste livro?, p. 23
Qual o conteúdo deste livro?, p. 23
A estrutura deste livro, p. 24
2. Crenças de saúde, p. 27
O que são comportamentos de saúde?, p. 27
Porquê estudar os comportamentos de saúde?, p. 28
Que factores permitem predizer os comportamentos de saúde?, p. 32
Modelos cognitivos, p. 39
Os modelos de cognição social, p. 48
Novos desenvolvimentos, p. 54
As teorias leigas sobre saúde, p. 58
Conclusão, p. 59
3. Cognições de doença, p. 63
O que significa ser-se saudável?, p. 63
O que significa estar doente?, p. 65
O que são cognições de doença?, p. 65
O modelo de auto-regulação do comportamento de doença de Leventhal, p. 69
Fase 1: interpretação, p. 76
Fase 2: coping , p. 19
4. A comunicação médico-paciente e o papel das crenças de saúde dos técnicos, p. 93
O que é a adesão?, p. 94
Predizer se os doentes aderem: o trabalho de Ley , p. 94
Como se pode melhorar a adesão?, p. 100
O papel mais alargado da informação sobre a doença, p. 101
O papel do conhecimento na comunicação médico-doente, p. 103
O problema da variabilidade dos médicos, p. 105
Conclusão, p. 114
5. O consumo de tabaco e de álcool, p. 119
Quem fuma?, p. 119
Quem bebe?, p. 121
As implicações do consumo de tabaco e álcool para a saúde, p. 121
O que é uma dependência?, p. 123
As mudanças históricas nas atitudes e abordagens teóricas, p.
124
O que é o segundo conceito de doença?, p. 127
Problemas com o modelo de doença relativo à dependência , p. 129
O que é a perspectiva da aprendizagem social?, p. 129
As fases do uso de substâncias, p. 132
Fases 1 e 2: início e manutenção de um comportamento
de dependência, p. 132
Fase 3: a cessação de um comportamento de dependência, p.136
Fase 4: recidiva no tabagismo e consumo de álcool, p. 151
Uma perspectiva do comportamento de dependência cruzado, p. 155
6. Obesidade e comportamentos alimentares , p. 161
O que é a obesidade?, p. 161
Até que ponto a obesidade é vulgar?, p. 162
Quais os problemas causados pela obesidade?, p. 162
Crenças acerca da obesidade , p. 165
Qual a causa da obesidade?, p. 165
Teoria da restrição: uma abordagem alternativa ao excesso da alimentação, p. 179
O que é a insatisfação com o corpo?, p. 179
Insatisfação com o corpo e dietas, p. 187
As implicações da teoria da restrição no tratamento da obesidade, p. 197
Devemos mesmo tratar a obesidade?, p. 201
Conclusão, p. 204
7.Exercício, p. 207
O desenvolvimento da actual preocupação com o exercício, p. 207
O que é o exercício?, p. 208
Quem faz exercício?, p. 209
Qual a razão de fazer exercício?, p. 209
Quais são os factores que predizem o exercício?, p. 213
Conclusão, p. 224
8. Sexo, p. 227
Desenvolvimento das actuais perspectivas de investigação
contemporânea sobre a sexualidade, p. 227
O sexo como risco para a saúde, p. 230
O sexo como risco e o evitamento da gravidez, p. 231
Sexo como risco no contexto de DST/HIV e sida, p. 241
Conclusão, p. 257
9. Rastreios, p. 261
O que é um rastreio?, p. 261
A história da atitude de rastreio, p. 262
Rastreio como ferramenta útil, p. 263
Directrizes para rastreio, p. 264
Aspectos psicológicos que predizem a realização de rastreios, p. 265
Os problemas ligados aos rastreios, p. 271
Conclusão, p. 282
10. Stress, p. 285
O que é o stress?, p. 285
O desenvolvimento de modelos de stress, p. 286
O stress como mudanças psicofisiológicas, p. 292
Será que o stress causará doença?, p. 293
Quais os factores que medeiam a ligação stress-doença?, p. 300
Controlo e apoio social no stress e na doença, p. 308
Conclusão, p. 310
11. Dor, p. 313
Primeiras teorias sobre a dor: a dor como uma sensação, p. 313
A teoria do portão de controlo da dor, p. 315
O papel dos factores psicossociais na percepção da dor, p. 318
Desenvolvimentos recentes na teoria da dor, p. 320
Medida da dor, p. 327
Conclusão, p. 328
12. A inter-relação entre crenças, comportamento e saúde, p. 331
O que é um placebo?, p. 331
A história dos tratamentos com inertes, p. 332
Como funcionam os placebos?, p. 334
O papel fundamental das expectativas dos doentes, p. 339
Teoria da dissonância cognitiva, p. 340
O papel dos efeitos placebo na psicologia da saúde, p. 348
Conclusão, p. 351
13. A psicologia na evolução da doença, p. 355
O HIV e a sida, p. 355
Cancro, p. 367
Doença coronária, p. 379
Conclusão, p. 384
14. Medida do estado de saúde, p. 387
Taxas de mortalidade, p. 387
Taxas de morbilidade, p. 388
Medidas de funcionamento, p. 388
Estado subjectivo de saúde, p. 389
O que é qualidade de vida?, p. 389
Uma mudança de perspectiva, p. 393
O uso da qualidade de vida e investigação, p. 397
Conclusão, p. 400
15. Suposições da psicologia da saúde, p. 403
Suposições da psicologia da saúde, p. 403
Estudo de uma disciplina, p. 406
Glossário, p. 409
Bibliografia, p. 411
Índice remissivo, p. 451

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