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Psicologia / Henry Gleitman, Alan J. Fridlund, Daniel Reisberg ; trad. Danilo R. Silva

Main Author: Gleitman, Henry Coauthor: Fridlund, Alan J.
Reisberg, Daniel
Secondary Author: Silva, Danilo R. Edition: 10ª ed Publication: Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, 2014 Description: XXIV, 1421 p : il.Series: Manuais universitáriosISBN: 978-972-31-1370-9Abstract: Índice Geral ESQUEMA GERAL, p. IX PREFÁCIO DA 5.ª EDIÇÃO AMERICANA, p. XI O OBJECTIVO GERAL: COESÃO NUM CAMPO DIVERSIFICADO, p. XII ORGANIZAÇÃO GERAL, p. XIII O LEITOR E O LIVRO, p. XVII MATERIAL SUPLEMENTAR, p. XVIII AGRADECIMENTOS, p. XX CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO, p. 1 O CAMPO DA PSICOLOGIA, p. 1 Imagens electricamente provocadas, p. 2 Figuras e sons ambíguos, p. 2 O mundo perceptivo dos bebés, p. 3 Exibições e a evolução da comunicação, p. 4 Comportamento social complexo nos homens, p. 5 UMA CIÊNCIA COM MUITOS ROSTOS, p. 6 Os sonhos como experiências mentais, p. 6 Os sonhos como comportamento, p. 7 Os sonhos como cognição, p. 8 Os sonhos e a selecção natural, p. 9 Sonhos e comportamento social, p. 9 Os sonhos e a cultura, p. 10 Os sonhos e o conflito interno, p. 10 Os sonhos e o desenvolvimento humano, p. 11 Os sonhos e as diferenças individuais, p. 12 PERSPECTIVAS DA PSICOLOGIA, p. 13 A TAREFA DA PSICOLOGIA, p. 13 PRIMEIRA PARTE ACÇÃO CAPÍTULO 2 BASES BIOLÓGICAS DO COMPORTAMENTO, p. 17 O ORGANISMO COMO UMA MÁQUINA, p. 17 Descartes e o conceito de reflexo, p. 18 FORMAS DE ESTUDAR O SISTEMA NERVOSO, p. 20 Observações clínicas, p. 21 Técnicas invasivas, p. 22 Técnicas de imagiologia cerebral, p. 23 A ARQUITECTURA DO SISTEMA NERVOSO, p. 26 A evolução do sistema nervoso, p. 26 O desenvolvimento do sistema nervoso, p. 28 As principais estruturas do sistema nervoso central, p. 29 As ligações do sistema nervoso central com o corpo, p. 34 O CÓRTEX, p. 35 Localização de funções no córtex, p. 37 Áreas de projecção, p. 38 UM OU DOIS CÉREBROS?, p. 49 Estudos com pacientes de cérebro dividido, p. 50 A lateralização hemisférica em sujeitos normais, p. 52 Os dois modos do funcionamento mental, p. 53 FUNÇÕES CEREBRAIS E HIERARQUIAS NEURONAIS, p. 55 As hierarquias em pequenos circuitos neuronais, p. 55 Desinibição, p. 56 Quem comanda?, p. 57 AS ESTRUTURAS FUNDAMENTAIS DO SISTEMA NERVOSO: OS NEURÔNIOS E OS IMPULSOS NERVOSOS, p. 58 O neurônio, p. 59 Células da glia: os heróis esquecidos do sistema nervoso, p. 61 Como cria o sistema nervoso os seus microcircuitos, p. 62 A actividade eléctrica do neurónio, p. 63 A INTERACÇÃO ENTRE CÉLULAS NERVOSAS, p. 69 A inferência da função sináptica, p. 70 O mecanismo sináptico, p. 72 A INTERACÇÃO ATRAVÉS DA CORRENTE SANGUÍNEA, p. 81 Circulação sanguínea, p. 81 A RECUPERAÇÃO DE LESÕES CEREBRAIS, p. 83 A recuperação a partir de dentro, p. 84 Recuperação exterior, p. 86 Reabilitação, p. 89 COMENTÁRIOS FINAIS, p. 89 SUMÁRIO, p. 90 CAPÍTULO 3 MOTIVAÇÃO, p. 95 MOTIVAÇÃO COMO ACÇÃO DIRIGIDA, p. 96 Sistemas de controlo, p. 96 Homeostasia, p. 98 A REGULAÇÃO DA TEMPERATURA, p. 99 O controlo interno da temperatura pelo ajustamento interno, p. 99 O controlo da temperatura pelo comportamento dirigido para o meio exterior, p. 100 O sistema nervoso autónomo e o controlo da temperatura, p. 101 A percepção do meio interno: o hipotálamo, p. 102 A SEDE, p. 103 Volume de água extracelular, p. 104 Volume de água intracelular, p. 105 A FOME, p. 106 Peso do corpo, nutrição e energia, p. 106 Os sinais para alimentação, p. 107 Selecção de alimentos, p. 115 A obesidade, p. 118 A anorexia nervosa, p. 123 Bulimia nervosa, p. 124 A AMEAÇA, p. 125 A ameaça e o sistema nervoso autónomo, p. 126 Controlos centrais, p. 129 Efeitos disruptivos da activação autonómica, p. 130 A dor e o sistema das endorfinas, p. 131 O SONO E A VIGÍLIA, p. 134 A vigília, p. 134 O sono e a actividade fisiológica, p. 135 Os estádios do sono, p. 136 As funções do sono, p. 138 Os sonhos, p. 141 O QUE TÊM EM COMUM OS DIFERENTES MOTIVOS, p. 145 A psicologia da recompensa e o nível de activação, p. 145 A biologia da recompensa, p. 150 A NATUREZA DOS MOTIVOS, p. 152 SUMÁRIO, p. 153 CAPÍTULO 4 APRENDIZAGEM, p. 157 A HABITUAÇÃO, p. 158 O CONDICIONAMENTO CLÁSSICO, p. 159 Pavlov e o reflexo condicionado, p. 160 Os principais fenómenos do condicionamento clássico, p. 162 O alcance do condicionamento clássico, p. 167 O CONDICIONAMENTO INSTRUMENTAL, p. 172 Thorndike e a lei do efeito, p. 173 Skinner e o comportamento operante, p. 176 Os principais fenómenos do condicionamento instrumental, p. 177 A APRENDIZAGEM COGNITIVA, p. 187 Uma perspectiva cognitiva do condicionamento clássico, p. 188 Uma perspectiva cognitiva do condicionamento instrumental, p. 194 VARIEDADES DE APRENDIZAGEM, p. 198 Restrições biológicas à aprendizagem associativa: as afinidades, p. 199 Especializações adaptativas da aprendizagem, p. 205 Semelhanças no que aprendem as diferentes espécies, p. 206 A BASE NEURONAL DA APRENDIZAGEM, p. 208 A facilitação pré-sináptica, p. 209 Potenciação a longo prazo, p. 210 A COGNIÇÃO COMPLEXA NOS ANIMAIS, p. 212 Os mapas cognitivos, p. 212 O comportamento intuitivo, p. 213 APRECIAÇÃO FINAL, p. 219 SUMÁRIO, p. 219 SEGUNDA PARTE COGNIÇÃO CAPÍTULO 5 PROCESSOS SENSORIAIS, p. 225 AS ORIGENS DO CONHECIMENTO, p. 225 A posição empirista, p. 226 A réplica inatista, p. 229 Detecção e decisão, p. 234 Codificação sensorial, p. 240 PANORÂMICA DOS SENTIDOS, p. 241 Cinestesia e sentidos vestibulares, p. 242 Os sentidos da pele, p. 242 O sentido do gosto, p. 243 O sentido do olfacto, p. 245 Audição, p. 249 Panorâmica geral dos sentidos, p. 257 VISÃO, p. 258 O estímulo: A luz, p. 258 A recolha do estímulo: o olho, p. 259 Os receptores visuais, p. 260 Intcracções no tempo: a adaptação, p. 263 Interacção no espaço: contraste, p. 264 Cor, p. 268 As bases fisiológicas da visão cromática, p. 274 Percepção de formas, p. 280 APRECIAÇÃO FINAL, p. 285 SUMÁRIO, p. 285 CAPÍTULO 6 PERCEPÇÃO, p. 289 O PROBLEMA DA PERCEPÇÃO, p. 290 A PERCEPÇÃO DA PROFUNDIDADE: ONDE ESTÁ AQUILO?, p. 291 Os indícios binoculares, p. 291 Os indícios monoculares, p. 292 A percepção da profundidade através do movimento, p. 293 O papel da redundância, p. 295 A PERCEPÇÃO DO MOVIMENTO: O QUE ESTÁ AQUILO A FAZER?, p. 295 O movimento retiniano, p. 295 O movimento aparente, p. 296 Os movimentos oculares, p. 297 As ilusões de movimento, p. 298 A PERCEPÇÃO DA FORMA: O QUE É AQUILO?, p. 299 A perspectiva do processamento da informação, p. 301 Os elementos da forma, p. 302 A segregação perceptiva, p. 303 O reconhecimento de um padrão, p. 310 A sequência do processamento na percepção da forma, p. 315 A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS PERCEPTIVOS, p. 315 A lógica da percepção, p. 317 Quando a lógica fracassa: as figuras impossíveis, p. 318 A PERCEPÇÃO DA FORMA E O SISTEMA NERVOSO, p. 318 Os primeiros estádios do processamento visual, p. 319 O processamento visual no cérebro, p. 319 O problema de Humpty-Dumpty, p. 321 A SELECÇÃO PERCEPTIVA: A ATENÇÃO, p. 322 A selecção pela orientação, p. 322 A selecção central, p. 324 A PERCEPÇÃO DA CONSTÂNCIA, p. 326 A constância do tamanho e da forma, p. 327 A constância da luminosidade, p. 331 O empirismo e o inatismo reconsiderados, p. 332 A REPRESENTAÇÃO DA REALIDADE NA ARTE, p. 333 Ver e conhecer, p. 334 O Renascimento: cenas contempladas através da moldura de uma janela, p. 335 Os impressionistas: como se percepciona uma cena, p. 336 Os modernos: como se concebe uma cena, p. 337 SUMÁRIO, p. 339 CAPÍTULO 7 MEMÓRIA, p. 343 ESTUDO DA MEMÓRIA, p. 344 Algumas distinções preliminares, p. 344 Codificação, armazenamento, recuperação, p. 345 CODIFICAÇÃO, p. 346 A teoria dos multi-armazéns da memória, p. 346 Mudança de ênfase: memória activa e organização, p. 352 RECUPERAÇÃO, p. 361 A relação entre a codificação inicial e a recuperação, p. 361 Recapitulação elaborativa, p. 362 A procura na memória, p. 363 Memória implícita, p. 366 QUANDO A MEMÓRIA FALHA, p. 369 Esquecimento, p. 370 Quadros conceptuais e recordação, p. 377 Perturbações da memória, p. 387 O que a amnésia nos ensina, p. 390 APRECIAÇÃO FINAL, p. 395 SUMÁRIO, p. 395 CAPÍTULO 8 PENSAMENTO E CONHECIMENTO, p. 399 REPRESENTAÇÕES ANALÓGICAS, p. 400 Imagens mentais, p. 401 Pensamento Espacial, p. 407 REPRESENTAÇÕES SIMBÓLICAS, p. 409 Elementos simbólicos, p. 409 Conhecimento e memória, p. 410 O PROCESSO DE PENSAMENTO: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS, p. 4l6 Organização na resolução de problemas, p. 416 Obstáculos à resolução de problemas, p. 422 Ultrapassar os obstáculos à resolução, p. 424 Restruturação, p. 426 Inteligência artificial: a resolução de problemas por computador, p. 431 O PROCESSO DE PENSAMENTO: RACIOCÍNIO E TOMADA DE DECISÃO, p. 436 O raciocínio dedutivo, p. 437 O raciocínio indutivo, p. 439 Tomada de decisão, p. 446 O CÉREBRO PENSANTE, p. 450 Localização do pensamento, p. 450 Cognição e consciência, p. 452 APRECIAÇÃO FINAL, p. 457 SUMÁRIO, p. 458 CAPÍTULO 9 A LINGUAGEM, p. 463 PRINCIPAIS PROPRIEDADES DA LINGUAGEM, p. 464 A linguagem como actividade criadora, p. 464 A língua é estruturada, p. 466 A língua é significativa, p. 467 A língua é referencial, p. 467 A língua é interpessoal, p. 468 AS UNIDADES BÁSICAS DA LÍNGUA, p. 469 Fonemas, p. 470 Morfemas e palavras, p. 472 Sintagmas e frases, p. 473 O significado das palavras, p. 473 Organização das palavras em frases com sentido, p. 480 A COMPREENSÃO, p. 488 Dispositivo de análise da frase, p. 489 Interacção entre sintaxe e outros indícios, p. 492 O contexto extralinguístico, p. 494 Interacção entre vários factores, p. 497 O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA CRIANÇA, p. 498 A aprendizagem da língua é uma aquisição de perícias?, p. 498 As origens sociais da produção da fala, p. 499 A descoberta das formas da língua, p. 500 O estádio das palavras isoladas, p. 502 O falante no estádio das duas-palavras (a produção telegráfica), p. 506 Estádios ulteriores da aprendizagem da língua: sintaxe, p. 507 Estádios tardios da aprendizagem da língua: o significado das palavras, p. 509 Capacidades requeridas para a aprendizagem da língua, p. 512 APRENDIZAGEM DA LÍNGUA EM AMBIENTES ALTERADOS, p. 515 Crianças selvagens, p. 516 Crianças isoladas, p. 517 Linguagem sem som, p. 518 Linguagem sem modelo, p. 519 Crianças privadas do acesso a alguns significados, p. 521 O caso de Helen Keller, p. 523 APRENDIZAGEM DA LÍNGUA EM NATUREZAS ALTERADAS, p. 525 A hipótese do período crítico, p. 526 Linguagem nos não-humanos, p. 528 LINGUAGEM E PENSAMENTO, p. 531 As teses de Whorf, p. 533 Estudos experimentais sobre a influência da língua no pensamento, p. 534 SUMÁRIO, p. 538 TERCEIRA PARTE COMPORTAMENTO SOCIAL CAPÍTULO 10 AS BASES BIOLÓGICAS DO COMPORTAMENTO SOCIAL, p. 545 A NATUREZA SOCIAL DOS HUMANOS E DOS ANIMAIS, p. 545 Selecção natural e sobrevivência, p. 546 Comportamentos sociais inatos, p. 549 AGRESSÃO, p. 551 Conflito entre espécies: predação e defesa, p. 551 Conflitos entre membros da mesma espécie, p. 553 ACASALAMENTO, p. 562 Porquê o sexo?, p. 562 Escolha sexual, p. 564 Reprodução e sincronização, p. 568 A evolução e os sistemas de acasalamento, p. 571 AS RELAÇÕES ENTRE CRIAS E PROGENITORES, p. 579 A vinculação da cria à mãe, p. 579 A vinculação da mãe à cria, p. 580 COMUNICAÇÃO, p. 582 Movimentos expressivos: as exibições, p. 583 Cognição social, p. 586 Altruísmo e auto-sacrifício, p. 589 ETOLOGIA E COMPORTAMENTO HUMANO, p. 597 SUMÁRIO, p. 598 CAPÍTULO 11 COGNIÇÃO SOCIAL E EMOÇÃO, p. 601 COGNIÇÃO SOCIAL E REALIDADE SOCIAL, p. 603 A natureza interpessoal das crenças, p. 603 Comparação social, p. 606 Processos cognitivos e crenças, p. 607 ATITUDES, p. 608 Atitudes e comportamento, p. 609 Mudança de atitude, p. 611 A estabilidade das atitudes, p. 616 A PERCEPÇÃO DOS OUTROS, p. 617 Formação de impressões, p. 618 As impressões dos outros como padrões, p. 619 As impressões dos outros enquanto construções cognitivas, p. 620 Gestão de impressões, p. 625 ATRIBUIÇÃO, p. 627 Atribuição como um processo racional, p. 628 Erros no processo atribucional, p. 629 AUTOPERCEPÇÃO, p. 636 O conceito de si próprio, p. 636 Autopercepção e atribuição, p. 636 CULTURA E COGNIÇÃO SOCIAL, p. 638 Conformismo, p. 639 Atribuições sobre as causas do comportamento, p. 640 Endogrupos e exogrupos, p. 641 O efeito acima-da-média, p. 642 EMOÇÃO, p. 643 A experiência emocional: interpretações dos nossos estados internos, p. 643 Comportamento emocional: expressões faciais, p. 650 Existirão emoções básicas universais?, p. 656 Emoções complexas, p. 658 Cultura e emoção, p. 661 Emoção e teatro, p. 663 APRECIAÇÃO FINAL, p. 666 SUMÁRIO, p. 666 CAPÍTULO 12 INTERACÇÃO SOCIAL, p. 671 RELACIONAMENTO COM OS OUTROS: INTERACÇÕES DE UM COM UM, p. 672 Trocas sociais e reciprocidade, p. 672 Altruísmo, p. 677 Atracção, p. 683 Amor, p. 689 INFLUÊNCIA SOCIAL: INTERACÇÕES DE MUITOS PARA UM, p. 693 Facilitação social: influência social pela presença de outros, p. 694 Conformismo, p. 696 Obediência cega, p. 699 Teoria do impacto social, p. 707 LIDERANÇA: INTERACÇÕES DE UM COM MUITOS, p. 710 A pessoa formidável ou as forças sociais, p. 710 Liderança no laboratório, p. 712 COMPORTAMENTO DA MULTIDÃO: INTERACÇÕES DE MUITOS COM MUITOS, p. 714 A ênfase no irracional: a desindividuação, p. 714 Os factores cognitivos e a multidão em pânico, p. 715 ALGUNS COMENTÁRIOS FINAIS, p. 720 Temas comuns, p. 720 A generalidade da Psicologia Social, p. 721 SUMÁRIO, p. 723 QUARTA PARTE DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 13 DESENVOLVIMENTO FÍSICO E COGNITIVO, p. 727 O QUE É O DESENVOLVIMENTO?, p. 728 Desenvolvimento como diferenciação, p. 728 Desenvolvimento como crescimento, p. 729 Desenvolvimento como progressão ordenada, p. 733 BASE FÍSICA DO DESENVOLVIMENTO, p. 735 O mecanismo de transmissão genética, p. 735 O meio em momentos diferentes do desenvolvimento, p. 738 Meio e maturação, p. 741 TEORIA DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DE PIAGET, p. 744 Inteligência sensório-motora, p. 746 O período pré-operatório, p. 749 Operações concretas e operações formais, p. 753 O QUE É O PONTO DE PARTIDA COGNITIVO?, p. 754 Espaço e objectos nos recém-nascidos, p. 755 O número na lactência, p. 760 Cognição social na lactência: a existência de outros pontos de vista, p. 761 DESENVOLVIMENTO COGNITIVO NAS CRIANÇAS PRÉ-ESCOLARES, p. 762 Significado de estádio mental, p. 763 Competências numéricas nas crianças pré-escolares, p. 763 Cognição social nas crianças pré-escolares: desenvolvimento de uma teoria da mente, p. 765 Sequência ou estádios?, p. 769 CAUSAS DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO, p. 770 A perspectiva inatista: a maturação, p. 770 O desenvolvimento como aprendizagem, p. 771 A perspectiva de Piaget: assimilação e acomodação, p. 773 A perspectiva do processamento da informação, p. 774 O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DO PONTO DE VISTA TRANSCULTURAL, p. 779 Diferenças de competência, p. 779 Os efeitos da escolaridade, p. 781 COMENTÁRIO FINAL, p. 782 SUMÁRIO, p. 782 CAPÍTULO 14 O DESENVOLVIMENTO SOCIAL, p. 785 A VINCULAÇÃO, p. 786 As origens da vinculação, p. 786 A teoria da vinculação de Bowlby, p. 787 A cunhagem e a vinculação, p. 789 PADRÕES DE VINCULAÇÃO, p. 791 A avaliação da vinculação, p. 791 A vinculação ao pai, p. 794 O efeito da separação precoce da mãe e a creche, p. 796 A rotura da vinculação: a violência doméstica e o divórcio, p. 798 Quando não existe qualquer vinculação, p. 799 Serão os efeitos da privação precoce reversíveis?, p. 801 A SOCIALIZAÇÃO NA INFÂNCIA, p. 804 Os valores culturais e a educação dos filhos, p. 804 Mecanismos de socialização, p. 805 Os primeiros agentes de socialização: os pais, p. 808 O efeito da criança nos pais, p. 810 O DESENVOLVIMENTO MORAL, p. 811 Não fazer mal, p. 812 Fazer bem, p. 813 O raciocínio moral, p. 816 O DESENVOLVIMENTO DO SEXO E DO GÉNERO, p. 819 Os papéis dos géneros, p. 820 Diferenças sexuais nos papéis dos géneros, p. 822 A identidade do género, p. 827 A orientação sexual, p. 832 O DESENVOLVIMENTO DEPOIS DA INFÂNCIA, p. 838 A adolescência, p. 840 A idade adulta, p. 844 SUMÁRIO, p. 847 QUINTA PARTE DIFERENÇAS INDIVIDUAIS CAPÍTULO 15 INTELIGÊNCIA: NATUREZA E MEDIDA, p. 851 TESTES MENTAIS, p. 852 O estudo da variação, p. 853 Avaliação dos testes mentais, p. 858 TESTES DE INTELIGÊNCIA, p. 861 Medida da inteligência, p. 861 Uma área de aplicação: o atraso mental, p. 868 O QUE É A INTELIGÊNCIA? A ABORDAGEM PSICOMÉTRICA, p. 871 A estrutura das aptidões mentais, p. 872 O QUE É A INTELIGÊNCIA? A PERSPECTIVA DO PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÃO, p. 877 Correlatos cognitivos simples, p. 878 Componentes cognitivos complexos, p. 880 O papel da memória de trabalho e da atenção, p. 882 Estratégias e funcionamento intelectual, p. 883 O QUE É A INTELIGÊNCIA? PARA ALÉM DO QI, p. 885 Inteligência prática, p. 886 A noção de inteligências múltiplas, p. 887 O contexto cultural da inteligência, p. 889 NATURA, CULTURA E INTELIGÊNCIA, p. 890 Algumas questões políticas, p. 891 Factores genéticos, p. 892 Factores do meio, p. 898 Hereditariedade, p. 900 Diferenças entre grupos no QI, p. 901 ALGUMAS REFLEXÕES FINAIS, p. 906 SITUAÇÃO ACTUAL, p. 907 SUMÁRIO, p. 908 CAPÍTULO 16 PERSONALIDADE I: AVALIAÇÃO, TEORIA DOS TRAÇOS E PERSPECTIVA COGNITTVO-COMPORTAMENTAL, p. 911 MÉTODOS DE AVALIAÇÃO, p. 914 Testes de personalidade estruturados, p. 915 Testes projectivos de personalidade, p. 922 A PERSPECTIVA DOS TRAÇOS, p. 928 A busca de uma taxonomia correcta, p. 929 Traços versus situações: a controvérsia da consistência, p. 934 Traços e biologia, p. 946 A PERSPECTIVA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL, p. 955 O behaviorismo radical, p. 957 A teoria da aprendizagem social, p. 959 APRECIAÇÃO FINAL, p. 965 SUMÁRIO, p. 966 CAPÍTULO 17 PERSONALIDADE II: ABORDAGENS PSICODINÂMICA, HUMANISTA E SOCIOCULTURAL, p. 969 A ABORDAGEM PSICODINÂMICA: FREUD E A PSICANÁLISE, p. 969 Origens do pensamento psicanalítico, p. 971 O conflito inconsciente, p. 974 O conflito inconsciente e a formação da personalidade, p. 979 Janela para o inconsciente, p. 984 Um olhar crítico sobre a teoria freudiana, p. 990 A ABORDAGEM PSICODINÂMICA: AS DIFERENÇAS DE PERSONALIDADE, p. 1001 Padrões de conflito, p. 1002 Padrões de confrontação e saúde mental, p. 1003 A ABORDAGEM HUMANISTA, p. 1006 Principais características do movimento humanista, p. 1007 Apreciação da abordagem humanista, p. 1012 A PERSPECTIVA SOCIOCULTURAL, p. 1016 A diversidade humana e a personalidade, p. 1016 A igualdade humana e os padrões universais da personalidade, p. 1017 Colectivismo e individualismo, p. 1019 APRECIAÇÃO FINAL, p. 1023 SUMÁRIO, p. 1025 CAPÍTULO 18 O CAMPO DA PSICOPATOLOGIA, p. 1029 DIFERENTES CONCEPÇÕES DE LOUCURA, p. 1030 A psicopatologia como possessão demoníaca, p. 1031 A psicopatologia como doença, p. 1032 O MODELO DE PATOLOGIA SUBJACENTE, p. 1038 Variações do modelo patológico, p. 1039 A classificação das perturbações mentais, p. 1040 A explicação da perturbação: diátese, stresse e patologia, p. 1043 ESQUIZOFRENIA, p. 1044 Sinais e sintomas, p. 1045 Em busca da patologia subjacente, p. 1049 Causas remotas da esquizofrenia, p. 1054 O modelo patológico e a esquizofrenia, p. 1058 PERTURBAÇÕES DO HUMOR, p. 1060 Síndromes unipolares e bipolares, p. 1060 Factores orgânicos, p. 1065 Factores psicogénicos, p. 1068 Diferenças sexuais na incidência da depressão, p. 1071 Perturbações do humor e a concepção de diátese-stresse, p. 1072 PERTURBAÇÕES DA ANSIEDADE, p. 1073 Fobias, p. 1074 Perturbação obsessivo-compulsiva, p. 1077 Perturbação de ansiedade generalizada, p. 1078 A perturbação do pânico, p. 1079 Reacções ao stresse extremo: Perturbações agudas e do stresse pós-traumático, p. 1081 PERTURBAÇÕES DISSOCIATIVAS, p. 1082 Factores subjacentes às perturbações dissociativas, p. 1084 Perturbações dissociativas e a concepção diátese-stresse, p. 1085 PERTURBAÇÕES SOMATOFORMES E PSICOFISIOLÓGICAS, p. 1086 Perturbações somatoformes, p. 1086 Perturbações psicofisiológicas, p. 1088 UMA REVISÃO CATEGORIZADORA, p. 1092 A DESVIÂNCIA SOCIAL, p. 1092 O sociopata, p. 1094 Sociopatia e o conceito de perturbação, p. 1096 O CAMPO DA PSICOPATOLOGIA, p. 1096 SUMÁRIO, p. 1097 CAPÍTULO 19 TRATAMENTO DA PSICOPATOLOGIA, p. 1101 TERAPIAS BIOLÓGICAS, p. 1101 Farmacoterapias, p. 1102 A avaliação de um medicamento, p. 1108 Psicocirurgia, p. 1113 A terapia electroconvulsiva, p. 1114 PSICOTERAPIA, p. 1115 A psicanálise clássica, p. 1116 A terapia psicodinâmica, p. 1119 A terapia comportamental, p. 1121 Terapia cognitiva, p. 1126 Terapias humanistas, p. 1129 Alguns temas comuns, p. 1131 Extensões da psicoterapia, p. 1134 A AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS TERAPÊUTICOS, p. 1139 Será que a psicoterapia funciona?, p. 1140 Comparação das diferentes terapias, p. 1143 UM SÉCULO DE PSICOTERAPIA, p. 1149 SUMÁRIO, p. 1150 EPÍLOGO, p. 1153 APÊNDICE 1 MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA, p. 1157 PORQUÊ A CIÊNCIA?, p. 1158 CONCEPÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA CONVINCENTE, p. 1160 Formulação de uma hipótese testável, p. 1161 Necessidade de recolha sistemática de dados, p. 1161 Identificação da variável dependente, p. 1163 Utilização de um grupo de controlo, p. 1164 Variáveis parasitas, p. 1167 Perspectiva geral sobre um plano experimental, p. 1168 Avaliação de evidências exteriores ao laboratório, p. 1169 ESTUDOS DE OBSERVAÇÃO, p. 1171 Estudos correlacionais, p. 1172 Estudos envolvendo um único participante, p. 1176 IMPORTÂNCIA DA MULTIPLICIDADE DE MÉTODOS, p. 1178 GENERALIZAÇÃO A PARTIR DA INVESTIGAÇÃO, p. 1179 Selecção dos participantes, p. 1180 Validade externa, p. 1182 ÉTICA DA INVESTIGAÇÃO, p. 1184 SUMÁRIO, p. 1186 APÊNDICE 2 ESTATÍSTICA: DESCRIÇÃO, ORGANIZAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE DADOS, p. 1189 DESCRIÇÃO DOS DADOS, p. 1190 Escalas nominais e ordinais, p. 1191 Escalas de intervalos, p. 1192 Escalas proporcionais, p. 1192 ORGANIZAÇÃO DOS DADOS, p. 1193 A distribuição de frequências, p. 1193 Medidas de tendência central, p. 1195 Medidas de variabilidade, p. 1197 Conversão de resultados para efeitos de comparação, p. 1199 A distribuição normal, p. 1200 DESCRIÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE DUAS VARIÁVEIS: CORRELAÇÃO, p. 1203 Correlações positiva e negativa, p. 1203 O coeficiente de correlação, p. 1206 Que significa (e não significa) a correlação, p. 1206 INTERPRETAÇÃO DE DADOS, p. 1208 Explicação da variabilidade, p. 1208 Testes de hipóteses, p. 1211 Algumas implicações da inferência estatística, p. 1217 SUMÁRIO, p. 1219 GLOSSÁRIO, p. 1221 BIBLIOGRAFIA, p. 1267 AGRADECIMENTOS, p. 1321 ÍNDICE DE AUTORES, p. 1331 ÍNDICE REMISSIVO, p. 1357 ÍNDICE GERAL, p. 1405. Topical name: Psicologia CDU: 159.9 List(s) this item appears in: Artes Plásticas e Multimédia | Educação e Comunicação Multimédia
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Monografia
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Apoio em Cuidados Continuados Integrados Psicologia das Relações Interpessoais 1º Ano / 1º Semestre


Tít. orig.: Psychology

"Uma razão desta nova edição de Psicologia é o facto óbvio de que a Psicologia, como qualquer outra disciplina, progride e desenvolve-se. À medida que o campo avança, também os esforços têm de ser desenvolvidos no sentido da sua descrição. Tais avanços, juntamente com as sugestões de muitos estudantes e colegas que usaram o texto, determinaram uma quantidade de alterações que são descritas nesta edição. Acresce que este volume é, agora e pela primeira vez, publicado em co-autoria. A perspectiva adicional dos dois novos autores, Alan Fridlund e Daniel Reisberg, que , apesar de terem tido um papel importante como conselheiros nas edições anteriores , estão profundamente envolvidos nesta , pela colaboração integral dos três em todos os capítulos, o que acrescenta uma profundidade e uma riqueza que o campo estudado requer atualmente."

Índice Geral

ESQUEMA GERAL, p. IX
PREFÁCIO DA 5.ª EDIÇÃO AMERICANA, p. XI
O OBJECTIVO GERAL: COESÃO NUM CAMPO DIVERSIFICADO, p. XII
ORGANIZAÇÃO GERAL, p. XIII
O LEITOR E O LIVRO, p. XVII
MATERIAL SUPLEMENTAR, p. XVIII
AGRADECIMENTOS, p. XX

CAPÍTULO 1
INTRODUÇÃO, p. 1
O CAMPO DA PSICOLOGIA, p. 1
Imagens electricamente provocadas, p. 2
Figuras e sons ambíguos, p. 2
O mundo perceptivo dos bebés, p. 3
Exibições e a evolução da comunicação, p. 4
Comportamento social complexo nos homens, p. 5
UMA CIÊNCIA COM MUITOS ROSTOS, p. 6
Os sonhos como experiências mentais, p. 6
Os sonhos como comportamento, p. 7
Os sonhos como cognição, p. 8
Os sonhos e a selecção natural, p. 9
Sonhos e comportamento social, p. 9
Os sonhos e a cultura, p. 10
Os sonhos e o conflito interno, p. 10
Os sonhos e o desenvolvimento humano, p. 11
Os sonhos e as diferenças individuais, p. 12
PERSPECTIVAS DA PSICOLOGIA, p. 13
A TAREFA DA PSICOLOGIA, p. 13

PRIMEIRA PARTE ACÇÃO

CAPÍTULO 2
BASES BIOLÓGICAS DO COMPORTAMENTO, p. 17
O ORGANISMO COMO UMA MÁQUINA, p. 17
Descartes e o conceito de reflexo, p. 18
FORMAS DE ESTUDAR O SISTEMA NERVOSO, p. 20
Observações clínicas, p. 21
Técnicas invasivas, p. 22
Técnicas de imagiologia cerebral, p. 23
A ARQUITECTURA DO SISTEMA NERVOSO, p. 26
A evolução do sistema nervoso, p. 26
O desenvolvimento do sistema nervoso, p. 28
As principais estruturas do sistema nervoso central, p. 29
As ligações do sistema nervoso central com o corpo, p. 34
O CÓRTEX, p. 35
Localização de funções no córtex, p. 37
Áreas de projecção, p. 38
UM OU DOIS CÉREBROS?, p. 49
Estudos com pacientes de cérebro dividido, p. 50
A lateralização hemisférica em sujeitos normais, p. 52
Os dois modos do funcionamento mental, p. 53
FUNÇÕES CEREBRAIS E HIERARQUIAS NEURONAIS, p. 55
As hierarquias em pequenos circuitos neuronais, p. 55
Desinibição, p. 56
Quem comanda?, p. 57
AS ESTRUTURAS FUNDAMENTAIS DO SISTEMA NERVOSO:
OS NEURÔNIOS E OS IMPULSOS NERVOSOS, p. 58
O neurônio, p. 59
Células da glia: os heróis esquecidos do sistema nervoso, p. 61
Como cria o sistema nervoso os seus microcircuitos, p. 62
A actividade eléctrica do neurónio, p. 63
A INTERACÇÃO ENTRE CÉLULAS NERVOSAS, p. 69
A inferência da função sináptica, p. 70
O mecanismo sináptico, p. 72
A INTERACÇÃO ATRAVÉS DA CORRENTE SANGUÍNEA, p. 81
Circulação sanguínea, p. 81
A RECUPERAÇÃO DE LESÕES CEREBRAIS, p. 83
A recuperação a partir de dentro, p. 84
Recuperação exterior, p. 86
Reabilitação, p. 89
COMENTÁRIOS FINAIS, p. 89

SUMÁRIO, p. 90

CAPÍTULO 3
MOTIVAÇÃO, p. 95
MOTIVAÇÃO COMO ACÇÃO DIRIGIDA, p. 96
Sistemas de controlo, p. 96
Homeostasia, p. 98
A REGULAÇÃO DA TEMPERATURA, p. 99
O controlo interno da temperatura pelo ajustamento interno, p. 99
O controlo da temperatura pelo comportamento dirigido para o meio exterior, p. 100
O sistema nervoso autónomo e o controlo da temperatura, p. 101
A percepção do meio interno: o hipotálamo, p. 102
A SEDE, p. 103
Volume de água extracelular, p. 104
Volume de água intracelular, p. 105
A FOME, p. 106
Peso do corpo, nutrição e energia, p. 106
Os sinais para alimentação, p. 107
Selecção de alimentos, p. 115
A obesidade, p. 118
A anorexia nervosa, p. 123
Bulimia nervosa, p. 124
A AMEAÇA, p. 125
A ameaça e o sistema nervoso autónomo, p. 126
Controlos centrais, p. 129
Efeitos disruptivos da activação autonómica, p. 130
A dor e o sistema das endorfinas, p. 131
O SONO E A VIGÍLIA, p. 134
A vigília, p. 134
O sono e a actividade fisiológica, p. 135
Os estádios do sono, p. 136
As funções do sono, p. 138
Os sonhos, p. 141
O QUE TÊM EM COMUM OS DIFERENTES MOTIVOS, p. 145
A psicologia da recompensa e o nível de activação, p. 145
A biologia da recompensa, p. 150
A NATUREZA DOS MOTIVOS, p. 152
SUMÁRIO, p. 153

CAPÍTULO 4
APRENDIZAGEM, p. 157
A HABITUAÇÃO, p. 158
O CONDICIONAMENTO CLÁSSICO, p. 159
Pavlov e o reflexo condicionado, p. 160
Os principais fenómenos do condicionamento clássico, p. 162
O alcance do condicionamento clássico, p. 167
O CONDICIONAMENTO INSTRUMENTAL, p. 172
Thorndike e a lei do efeito, p. 173
Skinner e o comportamento operante, p. 176
Os principais fenómenos do condicionamento instrumental, p. 177
A APRENDIZAGEM COGNITIVA, p. 187
Uma perspectiva cognitiva do condicionamento clássico, p. 188
Uma perspectiva cognitiva do condicionamento instrumental, p. 194
VARIEDADES DE APRENDIZAGEM, p. 198
Restrições biológicas à aprendizagem associativa: as afinidades, p. 199
Especializações adaptativas da aprendizagem, p. 205
Semelhanças no que aprendem as diferentes espécies, p. 206
A BASE NEURONAL DA APRENDIZAGEM, p. 208
A facilitação pré-sináptica, p. 209
Potenciação a longo prazo, p. 210
A COGNIÇÃO COMPLEXA NOS ANIMAIS, p. 212
Os mapas cognitivos, p. 212
O comportamento intuitivo, p. 213
APRECIAÇÃO FINAL, p. 219
SUMÁRIO, p. 219

SEGUNDA PARTE COGNIÇÃO

CAPÍTULO 5
PROCESSOS SENSORIAIS, p. 225
AS ORIGENS DO CONHECIMENTO, p. 225
A posição empirista, p. 226
A réplica inatista, p. 229
Detecção e decisão, p. 234
Codificação sensorial, p. 240
PANORÂMICA DOS SENTIDOS, p. 241
Cinestesia e sentidos vestibulares, p. 242
Os sentidos da pele, p. 242
O sentido do gosto, p. 243
O sentido do olfacto, p. 245
Audição, p. 249
Panorâmica geral dos sentidos, p. 257
VISÃO, p. 258
O estímulo: A luz, p. 258
A recolha do estímulo: o olho, p. 259
Os receptores visuais, p. 260
Intcracções no tempo: a adaptação, p. 263
Interacção no espaço: contraste, p. 264
Cor, p. 268
As bases fisiológicas da visão cromática, p. 274
Percepção de formas, p. 280
APRECIAÇÃO FINAL, p. 285
SUMÁRIO, p. 285

CAPÍTULO 6
PERCEPÇÃO, p. 289
O PROBLEMA DA PERCEPÇÃO, p. 290
A PERCEPÇÃO DA PROFUNDIDADE: ONDE ESTÁ AQUILO?, p. 291
Os indícios binoculares, p. 291
Os indícios monoculares, p. 292
A percepção da profundidade através do movimento, p. 293
O papel da redundância, p. 295
A PERCEPÇÃO DO MOVIMENTO: O QUE ESTÁ AQUILO A FAZER?, p. 295
O movimento retiniano, p. 295
O movimento aparente, p. 296
Os movimentos oculares, p. 297
As ilusões de movimento, p. 298
A PERCEPÇÃO DA FORMA: O QUE É AQUILO?, p. 299
A perspectiva do processamento da informação, p. 301
Os elementos da forma, p. 302
A segregação perceptiva, p. 303
O reconhecimento de um padrão, p. 310
A sequência do processamento na percepção da forma, p. 315
A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS PERCEPTIVOS, p. 315
A lógica da percepção, p. 317
Quando a lógica fracassa: as figuras impossíveis, p. 318
A PERCEPÇÃO DA FORMA E O SISTEMA NERVOSO, p. 318
Os primeiros estádios do processamento visual, p. 319
O processamento visual no cérebro, p. 319
O problema de Humpty-Dumpty, p. 321
A SELECÇÃO PERCEPTIVA: A ATENÇÃO, p. 322
A selecção pela orientação, p. 322
A selecção central, p. 324
A PERCEPÇÃO DA CONSTÂNCIA, p. 326
A constância do tamanho e da forma, p. 327
A constância da luminosidade, p. 331
O empirismo e o inatismo reconsiderados, p. 332
A REPRESENTAÇÃO DA REALIDADE NA ARTE, p. 333
Ver e conhecer, p. 334
O Renascimento: cenas contempladas através da moldura de uma janela, p. 335
Os impressionistas: como se percepciona uma cena, p. 336
Os modernos: como se concebe uma cena, p. 337
SUMÁRIO, p. 339

CAPÍTULO 7
MEMÓRIA, p. 343
ESTUDO DA MEMÓRIA, p. 344
Algumas distinções preliminares, p. 344
Codificação, armazenamento, recuperação, p. 345
CODIFICAÇÃO, p. 346
A teoria dos multi-armazéns da memória, p. 346
Mudança de ênfase: memória activa e organização, p. 352
RECUPERAÇÃO, p. 361
A relação entre a codificação inicial e a recuperação, p. 361
Recapitulação elaborativa, p. 362
A procura na memória, p. 363
Memória implícita, p. 366
QUANDO A MEMÓRIA FALHA, p. 369
Esquecimento, p. 370
Quadros conceptuais e recordação, p. 377
Perturbações da memória, p. 387
O que a amnésia nos ensina, p. 390
APRECIAÇÃO FINAL, p. 395
SUMÁRIO, p. 395

CAPÍTULO 8
PENSAMENTO E CONHECIMENTO, p. 399
REPRESENTAÇÕES ANALÓGICAS, p. 400
Imagens mentais, p. 401
Pensamento Espacial, p. 407
REPRESENTAÇÕES SIMBÓLICAS, p. 409
Elementos simbólicos, p. 409
Conhecimento e memória, p. 410
O PROCESSO DE PENSAMENTO: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS, p. 4l6
Organização na resolução de problemas, p. 416
Obstáculos à resolução de problemas, p. 422
Ultrapassar os obstáculos à resolução, p. 424
Restruturação, p. 426
Inteligência artificial: a resolução de problemas por computador, p. 431
O PROCESSO DE PENSAMENTO: RACIOCÍNIO E TOMADA DE DECISÃO, p. 436
O raciocínio dedutivo, p. 437
O raciocínio indutivo, p. 439
Tomada de decisão, p. 446
O CÉREBRO PENSANTE, p. 450
Localização do pensamento, p. 450
Cognição e consciência, p. 452
APRECIAÇÃO FINAL, p. 457
SUMÁRIO, p. 458

CAPÍTULO 9
A LINGUAGEM, p. 463
PRINCIPAIS PROPRIEDADES DA LINGUAGEM, p. 464
A linguagem como actividade criadora, p. 464
A língua é estruturada, p. 466
A língua é significativa, p. 467
A língua é referencial, p. 467
A língua é interpessoal, p. 468
AS UNIDADES BÁSICAS DA LÍNGUA, p. 469
Fonemas, p. 470
Morfemas e palavras, p. 472
Sintagmas e frases, p. 473
O significado das palavras, p. 473
Organização das palavras em frases com sentido, p. 480
A COMPREENSÃO, p. 488
Dispositivo de análise da frase, p. 489
Interacção entre sintaxe e outros indícios, p. 492
O contexto extralinguístico, p. 494
Interacção entre vários factores, p. 497
O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA CRIANÇA, p. 498
A aprendizagem da língua é uma aquisição de perícias?, p. 498
As origens sociais da produção da fala, p. 499
A descoberta das formas da língua, p. 500
O estádio das palavras isoladas, p. 502
O falante no estádio das duas-palavras (a produção telegráfica), p. 506
Estádios ulteriores da aprendizagem da língua: sintaxe, p. 507
Estádios tardios da aprendizagem da língua: o significado das palavras, p. 509
Capacidades requeridas para a aprendizagem da língua, p. 512
APRENDIZAGEM DA LÍNGUA EM AMBIENTES ALTERADOS, p. 515
Crianças selvagens, p. 516
Crianças isoladas, p. 517
Linguagem sem som, p. 518
Linguagem sem modelo, p. 519
Crianças privadas do acesso a alguns significados, p. 521
O caso de Helen Keller, p. 523
APRENDIZAGEM DA LÍNGUA EM NATUREZAS ALTERADAS, p. 525
A hipótese do período crítico, p. 526
Linguagem nos não-humanos, p. 528
LINGUAGEM E PENSAMENTO, p. 531
As teses de Whorf, p. 533
Estudos experimentais sobre a influência da língua no pensamento, p. 534
SUMÁRIO, p. 538

TERCEIRA PARTE COMPORTAMENTO SOCIAL
CAPÍTULO 10
AS BASES BIOLÓGICAS DO COMPORTAMENTO SOCIAL, p. 545
A NATUREZA SOCIAL DOS HUMANOS E DOS ANIMAIS, p. 545
Selecção natural e sobrevivência, p. 546
Comportamentos sociais inatos, p. 549
AGRESSÃO, p. 551
Conflito entre espécies: predação e defesa, p. 551
Conflitos entre membros da mesma espécie, p. 553
ACASALAMENTO, p. 562
Porquê o sexo?, p. 562
Escolha sexual, p. 564
Reprodução e sincronização, p. 568
A evolução e os sistemas de acasalamento, p. 571
AS RELAÇÕES ENTRE CRIAS E PROGENITORES, p. 579
A vinculação da cria à mãe, p. 579
A vinculação da mãe à cria, p. 580
COMUNICAÇÃO, p. 582
Movimentos expressivos: as exibições, p. 583
Cognição social, p. 586
Altruísmo e auto-sacrifício, p. 589
ETOLOGIA E COMPORTAMENTO HUMANO, p. 597
SUMÁRIO, p. 598

CAPÍTULO 11
COGNIÇÃO SOCIAL E EMOÇÃO, p. 601
COGNIÇÃO SOCIAL E REALIDADE SOCIAL, p. 603
A natureza interpessoal das crenças, p. 603
Comparação social, p. 606
Processos cognitivos e crenças, p. 607
ATITUDES, p. 608
Atitudes e comportamento, p. 609
Mudança de atitude, p. 611
A estabilidade das atitudes, p. 616
A PERCEPÇÃO DOS OUTROS, p. 617
Formação de impressões, p. 618
As impressões dos outros como padrões, p. 619
As impressões dos outros enquanto construções cognitivas, p. 620
Gestão de impressões, p. 625
ATRIBUIÇÃO, p. 627
Atribuição como um processo racional, p. 628
Erros no processo atribucional, p. 629
AUTOPERCEPÇÃO, p. 636
O conceito de si próprio, p. 636
Autopercepção e atribuição, p. 636
CULTURA E COGNIÇÃO SOCIAL, p. 638
Conformismo, p. 639
Atribuições sobre as causas do comportamento, p. 640
Endogrupos e exogrupos, p. 641
O efeito acima-da-média, p. 642
EMOÇÃO, p. 643
A experiência emocional: interpretações dos nossos estados internos, p. 643
Comportamento emocional: expressões faciais, p. 650
Existirão emoções básicas universais?, p. 656
Emoções complexas, p. 658
Cultura e emoção, p. 661
Emoção e teatro, p. 663
APRECIAÇÃO FINAL, p. 666
SUMÁRIO, p. 666

CAPÍTULO 12
INTERACÇÃO SOCIAL, p. 671
RELACIONAMENTO COM OS OUTROS: INTERACÇÕES DE UM COM UM, p. 672
Trocas sociais e reciprocidade, p. 672
Altruísmo, p. 677
Atracção, p. 683
Amor, p. 689
INFLUÊNCIA SOCIAL: INTERACÇÕES DE MUITOS PARA UM, p. 693
Facilitação social: influência social pela presença de outros, p. 694
Conformismo, p. 696
Obediência cega, p. 699
Teoria do impacto social, p. 707
LIDERANÇA: INTERACÇÕES DE UM COM MUITOS, p. 710
A pessoa formidável ou as forças sociais, p. 710
Liderança no laboratório, p. 712
COMPORTAMENTO DA MULTIDÃO: INTERACÇÕES DE MUITOS COM MUITOS, p. 714
A ênfase no irracional: a desindividuação, p. 714
Os factores cognitivos e a multidão em pânico, p. 715
ALGUNS COMENTÁRIOS FINAIS, p. 720
Temas comuns, p. 720
A generalidade da Psicologia Social, p. 721
SUMÁRIO, p. 723

QUARTA PARTE
DESENVOLVIMENTO

CAPÍTULO 13
DESENVOLVIMENTO FÍSICO E COGNITIVO, p. 727
O QUE É O DESENVOLVIMENTO?, p. 728
Desenvolvimento como diferenciação, p. 728
Desenvolvimento como crescimento, p. 729
Desenvolvimento como progressão ordenada, p. 733
BASE FÍSICA DO DESENVOLVIMENTO, p. 735
O mecanismo de transmissão genética, p. 735
O meio em momentos diferentes do desenvolvimento, p. 738
Meio e maturação, p. 741
TEORIA DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DE PIAGET, p. 744
Inteligência sensório-motora, p. 746
O período pré-operatório, p. 749
Operações concretas e operações formais, p. 753
O QUE É O PONTO DE PARTIDA COGNITIVO?, p. 754
Espaço e objectos nos recém-nascidos, p. 755
O número na lactência, p. 760
Cognição social na lactência: a existência de outros pontos de vista, p. 761
DESENVOLVIMENTO COGNITIVO NAS CRIANÇAS PRÉ-ESCOLARES, p. 762
Significado de estádio mental, p. 763
Competências numéricas nas crianças pré-escolares, p. 763
Cognição social nas crianças pré-escolares: desenvolvimento de uma teoria da mente, p. 765
Sequência ou estádios?, p. 769
CAUSAS DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO, p. 770
A perspectiva inatista: a maturação, p. 770
O desenvolvimento como aprendizagem, p. 771
A perspectiva de Piaget: assimilação e acomodação, p. 773
A perspectiva do processamento da informação, p. 774
O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DO PONTO DE VISTA TRANSCULTURAL, p. 779
Diferenças de competência, p. 779
Os efeitos da escolaridade, p. 781
COMENTÁRIO FINAL, p. 782
SUMÁRIO, p. 782

CAPÍTULO 14
O DESENVOLVIMENTO SOCIAL, p. 785
A VINCULAÇÃO, p. 786
As origens da vinculação, p. 786
A teoria da vinculação de Bowlby, p. 787
A cunhagem e a vinculação, p. 789
PADRÕES DE VINCULAÇÃO, p. 791
A avaliação da vinculação, p. 791
A vinculação ao pai, p. 794
O efeito da separação precoce da mãe e a creche, p. 796
A rotura da vinculação: a violência doméstica e o divórcio, p. 798
Quando não existe qualquer vinculação, p. 799
Serão os efeitos da privação precoce reversíveis?, p. 801
A SOCIALIZAÇÃO NA INFÂNCIA, p. 804
Os valores culturais e a educação dos filhos, p. 804
Mecanismos de socialização, p. 805
Os primeiros agentes de socialização: os pais, p. 808
O efeito da criança nos pais, p. 810
O DESENVOLVIMENTO MORAL, p. 811
Não fazer mal, p. 812
Fazer bem, p. 813
O raciocínio moral, p. 816
O DESENVOLVIMENTO DO SEXO E DO GÉNERO, p. 819
Os papéis dos géneros, p. 820
Diferenças sexuais nos papéis dos géneros, p. 822
A identidade do género, p. 827
A orientação sexual, p. 832
O DESENVOLVIMENTO DEPOIS DA INFÂNCIA, p. 838
A adolescência, p. 840
A idade adulta, p. 844
SUMÁRIO, p. 847

QUINTA PARTE
DIFERENÇAS INDIVIDUAIS
CAPÍTULO 15
INTELIGÊNCIA: NATUREZA E MEDIDA, p. 851
TESTES MENTAIS, p. 852
O estudo da variação, p. 853
Avaliação dos testes mentais, p. 858
TESTES DE INTELIGÊNCIA, p. 861
Medida da inteligência, p. 861
Uma área de aplicação: o atraso mental, p. 868
O QUE É A INTELIGÊNCIA? A ABORDAGEM PSICOMÉTRICA, p. 871
A estrutura das aptidões mentais, p. 872
O QUE É A INTELIGÊNCIA?
A PERSPECTIVA DO PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÃO, p. 877
Correlatos cognitivos simples, p. 878
Componentes cognitivos complexos, p. 880
O papel da memória de trabalho e da atenção, p. 882
Estratégias e funcionamento intelectual, p. 883
O QUE É A INTELIGÊNCIA? PARA ALÉM DO QI, p. 885
Inteligência prática, p. 886
A noção de inteligências múltiplas, p. 887
O contexto cultural da inteligência, p. 889
NATURA, CULTURA E INTELIGÊNCIA, p. 890
Algumas questões políticas, p. 891
Factores genéticos, p. 892
Factores do meio, p. 898
Hereditariedade, p. 900
Diferenças entre grupos no QI, p. 901
ALGUMAS REFLEXÕES FINAIS, p. 906
SITUAÇÃO ACTUAL, p. 907
SUMÁRIO, p. 908

CAPÍTULO 16
PERSONALIDADE I: AVALIAÇÃO, TEORIA DOS TRAÇOS
E PERSPECTIVA COGNITTVO-COMPORTAMENTAL, p. 911
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO, p. 914
Testes de personalidade estruturados, p. 915
Testes projectivos de personalidade, p. 922
A PERSPECTIVA DOS TRAÇOS, p. 928
A busca de uma taxonomia correcta, p. 929
Traços versus situações: a controvérsia da consistência, p. 934
Traços e biologia, p. 946
A PERSPECTIVA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL, p. 955
O behaviorismo radical, p. 957
A teoria da aprendizagem social, p. 959
APRECIAÇÃO FINAL, p. 965
SUMÁRIO, p. 966

CAPÍTULO 17
PERSONALIDADE II: ABORDAGENS PSICODINÂMICA,
HUMANISTA E SOCIOCULTURAL, p. 969
A ABORDAGEM PSICODINÂMICA: FREUD E A PSICANÁLISE, p. 969
Origens do pensamento psicanalítico, p. 971
O conflito inconsciente, p. 974
O conflito inconsciente e a formação da personalidade, p. 979
Janela para o inconsciente, p. 984
Um olhar crítico sobre a teoria freudiana, p. 990
A ABORDAGEM PSICODINÂMICA: AS DIFERENÇAS DE PERSONALIDADE, p. 1001
Padrões de conflito, p. 1002
Padrões de confrontação e saúde mental, p. 1003
A ABORDAGEM HUMANISTA, p. 1006
Principais características do movimento humanista, p. 1007
Apreciação da abordagem humanista, p. 1012
A PERSPECTIVA SOCIOCULTURAL, p. 1016
A diversidade humana e a personalidade, p. 1016
A igualdade humana e os padrões universais da personalidade, p. 1017
Colectivismo e individualismo, p. 1019
APRECIAÇÃO FINAL, p. 1023
SUMÁRIO, p. 1025

CAPÍTULO 18
O CAMPO DA PSICOPATOLOGIA, p. 1029
DIFERENTES CONCEPÇÕES DE LOUCURA, p. 1030
A psicopatologia como possessão demoníaca, p. 1031
A psicopatologia como doença, p. 1032
O MODELO DE PATOLOGIA SUBJACENTE, p. 1038
Variações do modelo patológico, p. 1039
A classificação das perturbações mentais, p. 1040
A explicação da perturbação: diátese, stresse e patologia, p. 1043
ESQUIZOFRENIA, p. 1044
Sinais e sintomas, p. 1045
Em busca da patologia subjacente, p. 1049
Causas remotas da esquizofrenia, p. 1054
O modelo patológico e a esquizofrenia, p. 1058
PERTURBAÇÕES DO HUMOR, p. 1060
Síndromes unipolares e bipolares, p. 1060
Factores orgânicos, p. 1065
Factores psicogénicos, p. 1068
Diferenças sexuais na incidência da depressão, p. 1071
Perturbações do humor e a concepção de diátese-stresse, p. 1072
PERTURBAÇÕES DA ANSIEDADE, p. 1073
Fobias, p. 1074
Perturbação obsessivo-compulsiva, p. 1077
Perturbação de ansiedade generalizada, p. 1078
A perturbação do pânico, p. 1079
Reacções ao stresse extremo: Perturbações agudas e do stresse pós-traumático, p. 1081
PERTURBAÇÕES DISSOCIATIVAS, p. 1082
Factores subjacentes às perturbações dissociativas, p. 1084
Perturbações dissociativas e a concepção diátese-stresse, p. 1085
PERTURBAÇÕES SOMATOFORMES E PSICOFISIOLÓGICAS, p. 1086
Perturbações somatoformes, p. 1086
Perturbações psicofisiológicas, p. 1088
UMA REVISÃO CATEGORIZADORA, p. 1092
A DESVIÂNCIA SOCIAL, p. 1092
O sociopata, p. 1094
Sociopatia e o conceito de perturbação, p. 1096
O CAMPO DA PSICOPATOLOGIA, p. 1096
SUMÁRIO, p. 1097

CAPÍTULO 19
TRATAMENTO DA PSICOPATOLOGIA, p. 1101
TERAPIAS BIOLÓGICAS, p. 1101
Farmacoterapias, p. 1102
A avaliação de um medicamento, p. 1108
Psicocirurgia, p. 1113
A terapia electroconvulsiva, p. 1114
PSICOTERAPIA, p. 1115
A psicanálise clássica, p. 1116
A terapia psicodinâmica, p. 1119
A terapia comportamental, p. 1121
Terapia cognitiva, p. 1126
Terapias humanistas, p. 1129
Alguns temas comuns, p. 1131
Extensões da psicoterapia, p. 1134
A AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS TERAPÊUTICOS, p. 1139
Será que a psicoterapia funciona?, p. 1140
Comparação das diferentes terapias, p. 1143
UM SÉCULO DE PSICOTERAPIA, p. 1149
SUMÁRIO, p. 1150
EPÍLOGO, p. 1153

APÊNDICE 1
MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA, p. 1157
PORQUÊ A CIÊNCIA?, p. 1158
CONCEPÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA CONVINCENTE, p. 1160
Formulação de uma hipótese testável, p. 1161
Necessidade de recolha sistemática de dados, p. 1161
Identificação da variável dependente, p. 1163
Utilização de um grupo de controlo, p. 1164
Variáveis parasitas, p. 1167
Perspectiva geral sobre um plano experimental, p. 1168
Avaliação de evidências exteriores ao laboratório, p. 1169
ESTUDOS DE OBSERVAÇÃO, p. 1171
Estudos correlacionais, p. 1172
Estudos envolvendo um único participante, p. 1176
IMPORTÂNCIA DA MULTIPLICIDADE DE MÉTODOS, p. 1178
GENERALIZAÇÃO A PARTIR DA INVESTIGAÇÃO, p. 1179
Selecção dos participantes, p. 1180
Validade externa, p. 1182
ÉTICA DA INVESTIGAÇÃO, p. 1184

SUMÁRIO, p. 1186

APÊNDICE 2
ESTATÍSTICA: DESCRIÇÃO, ORGANIZAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE DADOS, p. 1189
DESCRIÇÃO DOS DADOS, p. 1190
Escalas nominais e ordinais, p. 1191
Escalas de intervalos, p. 1192
Escalas proporcionais, p. 1192
ORGANIZAÇÃO DOS DADOS, p. 1193
A distribuição de frequências, p. 1193
Medidas de tendência central, p. 1195
Medidas de variabilidade, p. 1197
Conversão de resultados para efeitos de comparação, p. 1199
A distribuição normal, p. 1200
DESCRIÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE DUAS VARIÁVEIS: CORRELAÇÃO, p. 1203
Correlações positiva e negativa, p. 1203
O coeficiente de correlação, p. 1206
Que significa (e não significa) a correlação, p. 1206
INTERPRETAÇÃO DE DADOS, p. 1208
Explicação da variabilidade, p. 1208
Testes de hipóteses, p. 1211
Algumas implicações da inferência estatística, p. 1217

SUMÁRIO, p. 1219

GLOSSÁRIO, p. 1221
BIBLIOGRAFIA, p. 1267
AGRADECIMENTOS, p. 1321
ÍNDICE DE AUTORES, p. 1331
ÍNDICE REMISSIVO, p. 1357
ÍNDICE GERAL, p. 1405

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