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A definição da arte / Umberto Eco ; trad. José Mendes Ferreira

Autor: Eco, Humberto Autor secundário: Ferreira, José Mendes Publicação: Lisboa : Edições 70, reimp. 2016 Descrição: 302 p.ISBN: 978-972-44-1266-5Resumo: "Escritos entre 1955 e 1963, estes ensaios revelam a evolução temática que conduziu o autor às suas formulações posteriores, à noção de «obra aberta», à investigação sobre problemas de comunicação, que ainda se encontram no centro dos seus interesses.".Nome comum: Estética | Filosofia da arte | Sociologia da arte CDU: 7.01 Lista(s) em que este item aparece: Artes Plásticas e Multimédia
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Monografia
Biblioteca IPBeja
7.01/ECO (Ver prateleira) Disponível 46359

Tít. orig.: La definizione dell'arte

Índice

Nota Introdutória, p. 7
I Estudos Históricos e Teóricos
A estética da formatividade e o conceito da interpretação, p. 11
1. A formatividade, p. 13
2. A matéria da arte, p. 15
3. A forma formante e o processo formativo, p. 17
4. Da crítica a Croce à teoria da interpretação, p. 19
5. Gnoseologia da interpretação e metafísica da figuração, p. 22
6. A teoria da interpretação, p. 27
7. O estilo como modo de formar, p. 29
8. Permanência da obra e infinidade das interpretações, p. 30
Função e limites de uma sociologia da arte, p. 33
O conceito de Gestalt na estética de Luigi Stefanini, p. 45
Notas sobre os limites da estética, p. 49
Estética indiana e estética ocidental, p. 63
A estética de Bayer: a coisa e a linguagem, p. 79
1. As estruturas da graça, p. 83
2. O Método, p. 88
3. O objecto como «experiência aberta», p. 97
Historiografia medieval e estética teórica, p. 101
O problema da definição geral da arte, p. 127


II Conceito de Forma nas Poéticas Contemporâneas
O problema da obra aberta, p. 159
Necessidade e possibilidade nas estruturas musicais, p. 167
1. A análise do inefável, p. 167
2. A emoção musical: uma explicação psicológica, p. 170
3. A fruição musical contemporânea, p. 175
4. A informação musical, p. 181
Fotografias tiradas a paredes, p. 189
Cinema e literatura: a estrutura do enredo, p. 197
As cores do ferro, p. 205
1. A descoberta da matéria, p. 207
2. O objecto encontrado, p. 213
3. As cores do ferro, p. 215
Função progressiva da pintura moderna, p. 219
Arte programada, p. 227
Experimentalismo e vanguarda, p. 233
1. Que quer dizer «experimental»?, p. 237
2. Experimentalismo como «vanguarda», p. 243
3. Os condicionamentos da invenção e da descoberta, p. 245
4. Prefácio a uma situação dialéctica, p. 250
Duas hipóteses sobre a morte da arte, p. 255
1. Primeira hipótese: a morte da arte, p. 259
2. Segunda hipótese: uma recuperação do valor estético, p. 265

III Problemas de Método
A pesquisa interdisciplinar, p. 275
Um balanço metodológico, p. 283
Referências Bibliográficas, p. 291
Índice Onomástico, p. 293

"Escritos entre 1955 e 1963, estes ensaios revelam a evolução temática que conduziu o autor às suas formulações posteriores, à noção de «obra aberta», à investigação sobre problemas de comunicação, que ainda se encontram no centro dos seus interesses."

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