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Petróleo verde : floresta de equívocos / João M. A. Soares

Main Author: Soares, João M. A. Publication: Lisboa : Ex-libris, 2015 Description: 3 vol. em caixa (584; 716; 644 p.) ISBN: 978-989-8714-31-2Contents note: 1º vol.: Floresta de equívocos.- 584 p. 2º vol.: Floresta de equívocos.- 716 p. 3º vol.: Floresta de equívocos.- 644 p. Abstract: Um livro de leitura obrigatória para todos os que se interessam – ou dizem interessar – pela Floresta Portuguesa e pelo Ambiente, nas suas diversas vertentes. Em matéria ambiental – e não só – os textos nele contido assumem o carácter desassombrado e contra a corrente, assumindo-se o Autor como um técnico, um profissional e um cidadão disposto a pôr em causa, explicando o “politicamente correcto” nestes domínios. Elogiados por uns e criticados por outros, escritos, lidos e publicados ao longo de mais de quatro décadas de profissão, continuam a revelar enorme – e por vezes alarmante – actualidade e a apontar de forma crua, responsabilidades e responsáveis pelo actual estado da “Coisa Florestal” entre nós. Talvez este livro suscite agora a reflexão filosófica e a discussão objectiva e fundamentada que os textos nele raramente nos neles visados… .Topical name: Floresta | Política florestal | Eucalipto | Cortiça | Sivicultura CDU: 630*2
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Índice
VOL I

DEDICATÓRIA (S), p. 7

ÍNDICE, p. 9

PREFÁCIO DO AUTOR, p. 15

PREFÁCIO DO Eng.º JOSÉ ANTÓNIO NEIVA VIEIRA, p. 19

NOTA (AUTO) BIOGRÁFICA (AUTO) COMENTADA, p. 23

AGRADECIMENTO (S), p. 33

CAPÍTULO I – COMUNICAÇÃO, p. 35

1.1-Fogos, p. 37

Prevenir os Fogos Florestais... e a CNEFF, p. 39
“Psicodrama” para Spot Tv - Defesa da Floresta, p. 42
Seminário “Prevenção De Fogos Florestais” - Aspectos Laterais (ou
Básicos?) da Prevenção dos Fogos Florestais, p. 43
Colóquio em Arganil - Os Fogos Florestais Não se Apagam. Evitam-se!, p. 51
A Floresta Portuguesa e a Indústria do Fogo, p. 56
Os Incêndios Florestais e o Consumo de Matérias-primas pela Indústria, p. 65
V Encontro Pedagógico sobre Risco de Incêndio Florestal, p. 86
Fogos Florestais - Cada Macaco no Seu Galho, p. 96
Mudam os artistas mas o espectáculo é o mesmo, p. 100
A Soporcel e os Fogos Florestais em 1998, p. 106
Será da Nossa Natureza não Saber Conservar e Aproveitar
os Nossos Recursos Florestais?, p. 109
Fogos Florestais – Opinião, p. 114
Discurso em Sessão de Encerramento, p. 117
Investimento Nacional em Prevenção de Fogos Florestais em 2004, p. 122
Comissões Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios, p. 124
Um Ano de Políticas Contra os Fogos Florestais, p. 126


Fogos: a Mentira dos Media, p. 129
Os Fogos Florestais e os “Iluminados”, p. 133
Defesa da Floresta Contra Incêndios, p. 139
Não Deixes que a Verdade Estrague Uma Boa “Estória”, p. 149
Basta!, p. 151

1.2 — Notícias, p. 159
O Novo Director-Geral das Florestas, p. 161
Floresta Pode Ser Mais do que Riqueza Potencial, p. 163
Director das Florestas volta à Carga em Defesa dos que Vivem
da Terra, p. 170
Desenvolvimento Integrado da Floresta, p. 173
Uma Floresta Equilibrada e Diversificada é o Desejo do Futuro, p. 181
A Evolução da Fileira Florestal em Portugal, p. 190
Director-Geral das Florestas ao Jornal “O Diabo”: “O comércio
ilegal da cortiça atingiu os três milhões de contos”, p. 196
PAC e Produção Florestal, p. 199
Sowing With a Iight Hand - Best Practice/Soporcel, p. 203
Floresta deve estar mais próxima do Primeiro-Ministro, p. 205
João Soares Inaugura Secretaria de Estado das Florestas, p. 206
Novo Secretário de Estado com Ministro que já Criticou, p. 209
Governo: Secretário de Estado Conta Levar Legislação Específica a Conselho de Ministros até ao Final do Ano — Câmaras
serão chamadas à prevenção florestal, p. 211
“As Câmaras são as entidades certas para arrancar com a Defesa da Floresta contra Incêndios”
- Entrevista com João Alves Soares, p. 212
A Grande Reforma, p. 219
As Coisas Andam, p. 220
“A continuar esta situação, a fileira florestal tem 15 anos pela frente” - Entrevista João Soares, p. 221

1.3 — Cartas e Polémicas, p. 227
Senhor Ministro da Agricultura, Pescas e Alimentação, p. 229
Aos Colaboradores da Direcção-Geral das Florestas, p. 232
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Geral da Companhia
das Lezírias, SA, p. 233
Carta aberta ao Engenheiro Carlos Pimenta, p. 234
Exmo. Senhor Director do Jornal “Público” - Anos Noventa
o Regresso do Estado, p. 236
Exmo. Senhor Director da Revista Visão, p. 238
Ao MI Bastonário da Ordem dos Engenheiros e Director da Revista
Ingenium, p. 241
Ao Presidente da Comissão Executiva da Portucel, p. 243
À Directora do jornal “Público”, p. 245
O Eucalipto e a Estrela de David, p. 247
Dia Mundial do Automóvel ou a “Explicação” do Holocausto, p. 250
Em 13/06/2014, às 17:20, F... escreveu:, p. 256

CAPÍTULO II - SUSTENTABILIDADE, ORDENAMENTO
E CERTIFICAÇÃO, p. 261
2.1-Economia, p. 263
Perfil Florestal, p. 265
Discurso do Director-Geral das Florestas no 2.° Congresso
da Agricultura Portuguesa, p. 272
A Economia da Fileira Florestal e a sua Evolução Previsível, p. 277
Floresta Cultivada. Estratégia ou Impulsão? - O Caso Português, p. 290
Floresta, Indústria e Sociedade em Portugal, p. 300
The European Paper Industry Vision and the Stakeholders Perception, p. 308
O Contributo dos Recursos Florestais Privados para o Desenvolvimento Rural, p. 332
The Pulp and Paper Industry’s Raw Material and the 6th Environmental
Action Programme, p. 343
“O Que é de Mais, Deita por Fora”, p. 346

2.2 – Ambiente, p. 347

Floresta/Ambiente: Conflito ou Complemento?, p. 349
A Floresta na Estratégia do Uso do Solo, p. 354
Nota sobre a Avaliação do Impacte Ambiental das Plantações
de Eucaliptos, na Legislação Florestal Portuguesa, p. 363
Floresta Artificial. Sim ou Não?, p. 366
As Agressões Ambientais Legítimas, p. 369
Comissários do Ambiente... Não obrigado, p. 372
Ainda o Ecofascismo, p. 376
O Ecologismo, p. 378
Papel Reciclado e Plantações, p. 381
Um Outro Olhar sobre a Poluição, p. 383
Reflexão sobre uma Estratégia de Conservação do Ambiente, p. 387
O Uso Múltiplo da Floresta em Portugal. Contribuições para um Debate, p. 391
Ambiente e Floresta de Produção, p. 394
Ambiente e Crescimento Sustentado - O Direito de Poluir, p. 403
Ambiente e Floresta — Sinais de Bom Senso, p. 408
Ambiente e Desenvolvimento — O Caso Florestal, p. 413
A Floresta. Síntese da Economia e da Ecologia, p. 418
O Natura 2000 e a “Ameaça” Ambiental, p. 421
Ambiente e Ordenamento - A Tentação Totalitária, p. 424
Um Passo Contra uma Certa Literacia Ambiental, p. 425
Papel e Ambiente, p. 431
Ecoeficiência, Floresta e Papel — Um Conceito Novo, p. 434
Nós, os Ambientalistas, p. 436
Contra o “Golpe de Estado Ambiental”, p. 438
A Floresta em Boas Mãos, p. 442
O Efeito de Estufa e a Floresta Portuguesa, p. 445
Um Exemplo Concreto de Práticas Eco Eficientes na Floresta da Soporcel, p. 447
O Programa Nacional para as Alterações Climáticas e os Desafios
e Oportunidades para as Indústrias da Fileira Florestal, p. 452
Apresentação do GHG PROTOCOL do WBCSD na Associação
Portuguesa de Energia, p. 457
O Valor de Uma Floresta, p. 459
Os Diferentes Modelos de Gestão Florestal, p. 463
Floresta, Homem e Natureza — Vale a Pena Acreditar, p. 465
Alterações Climáticas, p. 468
Sustentabilidade, Indústria e Recursos Naturais, p. 469
Floresta, Indústria e Ambiente — O que alguns teimam em não querer ver, p. 472
O Desenvolvimento Sustentável da Fileira Florestal Portuguesa, p. 475
Floresta e Ambiente de Mãos Dadas (?), p. 480

Proposta de uma Agenda para a Sustentabilidade num Grupo
Silvo-Industrial, p. 482
Biodiversidade e Dinossauros, p. 484
Biodiversidade e Incêndios Florestais, p. 486
Nagoya. Uma Nova Oportunidade para a Biodiversidade?, p. 488
E Importante apostar na Investigação sobre Novas Espécies
em Portugal?, p. 490
Porquê Papel de Escritório de Fibra Virgem (e Não Reciclado), p. 492
Plantações 2050, p. 496
Desenvolvimento Sustentável das Florestas, p. 499
A Licença para Operar do Sector Florestal em Portugal, p. 501
Arvores Geneticamente Modificadas, p. 503
A Vespa “Assassina” ou A “Perigosa Vespa” cuja importação foi autorizada por uns malandros do Ministério da Agricultura para combater o gorgulho do eucalipto contra o parecer dos “ambientalistas”, p. 509
O Saco de Plástico, o Ambiente e o Síndrome do Salteador, p. 512

2.3 - Sociedade e Certificação, p. 515
Ordenamento e Sociedade, p. 517
Certificação no Domínio da Fileira Florestal, p. 520
Actualidades... Florestais, p. 528
Que Planos Regionais de Ordenamento Florestal?, p. 531
“Na Europa, as plantações não devem substituir as florestas naturais,
mas sim complementá-las”, p. 534
O Alentejo, a Agricultura e o Ambiente, p. 539
Certificação das Plantações Florestais, p. 542
1999 e a Certificação Florestal, p. 550
Reflexões sobre a Certificação Florestal e o Mercado, p. 552
Certificação Florestal — Iniciativas e Tendências, p. 557
Campeonatos Nacionais de Tiro e Santo Huberto e Planos
de Ordenamento Cinegético, p. 567
O Reconhecimento da Importância da Actividade Cinegética
e do seu Movimento Associativo, p. 571
Certificação Florestal e IIlegalLogglng- Novos Atributos
das Matérias-Primas Florestais, p. 573
Contributo para uma Breve Caracterização Socioeconómica do Eucaliptal em Portugal, p. 580
Reunião em Lisboa do Grupo Técnico do ESC Dedicado a Promover um Instrumento de Certificação Florestal para Pequenos e Muito Pequenos Proprietários Florestais, p. 582

VOL II

CAPÍTULO III - POLÍTICA FLORESTAL, p. 13
3.1 - Antes da Lei de Bases, p. 15

O Sector Florestal e a Adesão de Portugal à CEE, p. 17
Dia Mundial da Floresta, p. 64
Discurso do Director-Geral das Florestas no Congresso da CAP, p. 71
Discurso do Director-Geral das Florestas no Colóquio “A Agricultura e o Mundo Rural”, p. 79
Discurso do Director-Geral das Florestas no Seminário sobre Política Florestal Organizado pelo
Grupo de Estudos e Ordenamento do Território e Ambiente, p. 87
Política Florestal, uma Visão Global, p. 97
Discurso do Director-Geral das Florestas nas Comemorações
do Dia Mundial da Floresta, p. 114
De Novo no Dia Mundial da Floresta de 1990, p. 120
XVIII Colóquio Internacional de Estudantes Florestais, p. 126
Política Florestal: Esperança ou Desesperança?, p. 128
O Lobby Inexistente, p. 131
Floresta: As Prioridades, p. 134
Investir na Floresta, p. 137
A Floresta Não Serve Indústrias. Serve Pessoas!, p. 139
A Floresta no Âmbito da Política Agrícola Comum (PAC), p. 143
A Floresta Portuguesa está Doente?, p. 155
O Plano Florestal da Galiza, p. 157
Implicações da Reforma da Política Agrícola Comum na Produção
Florestal, p. 159
A Evolução Previsível da Fileira Florestal Portuguesa Após
a Reforma da PAC, p. 176
Agricultura. A Reflexão Indispensável, p. 183
Uma Nova Política Florestal?, p. 189
Balanço da Florestação em Portugal nas Ultimas Cinco Décadas, p. 192
A Agricultura e o Plano de Desenvolvimento Regional, p. 200
Mudanças Sociais e Políticas na Floresta Portuguesa, p. 211
A Gestão Florestal no Âmbito do Relatório PORTER, p. 219
Desenvolvimento dos Recursos Florestais e Promoção do Emprego, p. 231
A Floresta e as Medidas Agro-Ambientais - Pretexto para um Apelo ao Bom Senso, p. 236
A Floresta (com ou sem PAMAF) - Uma Questão Nacional, p. 243
Contribuição para o Painel “Soluções para a Agricultura Alentejana Face à Política Europeia e ao GATT”, p. 253

3.2 - Contributos para a Lei de Bases, p. 259
Política Florestal. Porquê, Para quê, e Como, p. 261
Anteproposta de Projecto de Lei Florestal Nacional, p. 269
A Questão Florestal, O PDR e a Realidade, p. 294
A Política Florestal Nacional e Comunitária, p. 305
Floresta - Alternativa e Complemento, p. 311
Carta (imaginária) a um amigo (não tão imaginário), p. 324
Uma Política Florestal Europeia? Até Onde?, p. 342
A Lei de Bases da Floresta e a Competitividade da Fileira
Silvo-Industrial, p. 348
As Medidas Florestais e o Contexto Sócio-Económico do Sector da
Região de Abrantes, p. 350
Uma Empresa Pública de Gestão Florestal?, p. 357
Floresta - Princípios Básicos para a Mudança, p. 359
Que Planos Regionais de Ordenamento Florestal?, p. 361
Existirão Actividades Tendencialmente Conservadoras?, p. 364

3.3 - Depois da Lei de Bases, p. 365
Encontro Nacional da CAP para Analisar Ano e Meio de Trabalho
do Novo Ministério e Ministro da Agricultura, p. 367
Crónica da Lusitânia, p. 378
A Fileira Florestal Portuguesa Perante os Desafios do Futuro, p. 381
Recomendações aos Políticos, p. 395
Sector Florestal deve Abandonar Ministério da Agricultura, p. 397
Contributos para uma Nova Floresta, p. 400
“Impor”, se necessário, Uma Gestão Florestal Activa e Profissional, p. 406
Dar o Exemplo, p. 410
No Dia Mundial da Floresta, p. 412
A Floresta num Momento de Mudança, p. 416
Aos Deputados da Assembleia da República, p. 418

Um “Sapo”, p. 425
De Novo no Plenário da Assembleia da República a Prestar Contas, p. 427
Políticas Públicas (Recentes) para a Protecção da Floresta, p. 432
O Sector Florestal na Campanha Eleitoral de 2009 (e) como Agir com o Novo Governo, p. 448
Governo: A Primeira das Prioridades Florestais, p. 453
Engenharia Florestal. Que Futuro?, p. 456
Leitura para um Funcionário Anónimo; Venha a “TROIKA” para a
Floresta!, p. 462
Debate Online: Qual é o futuro das florestas em Portugal?, p. 466
Era Uma Vez... Três Vacas, p. 484

CAPÍTULO IV - O EUCALIPTO, p. 489

4.1 - A Polémica, p. 491

O Deserto em Marrocos está a ser Travado com o Eucalipto, p. 493
Porquê as Plantações Florestais?, p. 497
Eucalipto, Sim. Eco-Fascismo, Não Obrigado, p. 500
A Receita, p. 503
Eucalipto — Aliado dos Ecologistas, p. 505
Fazedores de Opinião, p. 508
Licença para Escrever Disparates, p. 510
Ninguém é Responsável?, p. 514
Ao Dr. Miguel Sousa Tavares Director da GRANDE REPORTAGEM, p. 515
O Eucalipto e a “Cassete” (Carta a Vital Moreira), p. 518
Dez Afirmações Polémicas sobre o Eucalipto, p. 521
As Plantações de Eucaliptos, p. 529
Carta a um Amigo, p. 532
Ao Dr. Daniel Oliveira Jornal Expresso, p. 537
Soporcel: A Aliança entre a Floresta e a Celulose, p. 538

4.2 - A Economia, p. 543

Eucalipto. Economia e Território - As Dinâmicas da Especialização
Portuguesa, p. 545
Eucalipto, Alguns Dados Económicos, no Final de 1990, p. 566


Entrevista com o Eng.° João Soares/Soporcel, p. 571
The Role of Eucalyptusglobulus Biomass Production Systems -
For the Pulp Industry in the Economy of Portugal and the EEC, p. 580
Floresta e Eucaliptos: Recurso ou Discurso?, p. 585
O Eucalipto face ao Ambiente e à Reforma da PAG, p. 595
O Eucalipto e a Floresta, Outra Vez, p. 602
Indústria Papeleira: Ameaças/Oportunidades, p. 605
Estudo de uma Proposta de uma Bolsa Florestal Escolar para
o Ensino Superior Português, p. 609
A Competitividade da Indústria Florestal Portuguesa Baseada no
Eucalipto, p. 620
A Fileira Eucalipto-Papel, p. 631
Perspectivas da Fileira Florestal do Eucalipto, p. 639
Um Problema Gravíssimo, p. 647
A Floresta de Mortágua - Um Motivo de Orgulho, p. 649
Os Prejuízos do Eucalipto, p. 651

4.3 - A Legislação, p. 655
A RAN e a Floresta, p. 657
Ao Dr. Paulo Rangel Jornal Público, p. 660
Ao Sr. Director da Tribuna Pacense, p. 662
Ao Director do Semanário Expresso, p. 664
Ao Dr. José Carlos Vasconcelos e Professor Doutor Viriato Soromenho Marques Jornal de Letras, p. 665
À Professora Doutora Helena Freitas Diário de Coimbra, p. 668
Ao Dr. António Francisco Caseiro Marques Director do Notícias
de Vila Real, p. 672
O Cigano, o Eucalipto e o Urso Branco em Beja, p. 674
Reflexões a Propósito da Discussão Pública de Uma Proposta
de Diploma sobre Arborizações, p. 677
Ignorância ou Má Fé? - Ao Director do Jornal de Notícias, p. 683
A LPN, a Ciência e o Corão ou Até onde vai o Protectorado?, p. 685
Respostas às Perguntas Colocadas pelos Senhores Deputados da CAM na Audição de 10 de Dezembro
de 2013 sobre o DL96/2013 de 19 de Julho relativo ao Regime Jurídico das Arborizações e
Rearborizações, p. 688
Brevíssima “Estória” da Legislação sobre Florestações e Reflorestações em Portugal - Assembleia da República, 10 de Dezembro de 2013, p. 702
Ao Director do Semanário “Expresso” Qualidade (In)Devida, p. 716

VOL III

CAPÍTULO V - PARA ALÉM DOS FOGOS E DO EUCALIPTO, p. 13

5.1 - A Cortiça, p. 15
Taninos na Cortiça, p. 17
Taninos na Cortiça Água de Cozedura das Pranchas Cromatografia em Papel, p. 22
Método Para o Estudo de uma Série Cronológica 1976.
Quanta Cortiça a Menos?, p. 30
Cortiça Comércio Externo (1968-1976) e Perspectivas, p. 39
Aglomerado Negro de Cortiça e Conjuntura, p. 47
Importação de Cortiça, p. 51
Desperdícios no Sector Corticeiro, p. 57
Cortiça - índices da Conjuntura, p. 63
Abastecimento de Materiais de Trituração (Aparas e Refugo)
à Indústria Nacional, p. 67
Quebra de Produção no Montado Português?, p. 73
O Sobreiro e a Cortiça em Portugal, p. 78
Uma Decisão Discutível, p. 98
Montado de Sobro - Sua Importância no Ambiente e Reflexos na Sociedade, p. 100
A Especificidade e o Futuro da Fileira Subero-Corticeira, p. 107
Carta do “Príncipe da Tasmânia” ao “Rei de Portugal”, p. 113
Cortiça e I&D, p. 116

5.2-A Madeira, p. 125

Evolução do Sector do Mobiliário de Madeira 1972-1975, p. 127
Importação de Folhosas em Portugal, p. 137
Simpósio Sobre a Evolução Económica e Técnica na Indústria
do Mobiliário, p. 185
Mini-Monografia Sobre os Painéis Derivados da Madeira em Portugal 196
A Indústria de Mobiliário de Madeira — 1977, p. 203
Maior Valor Acrescentado para os Produtos Serrados de Resinosas, p. 213
Estudo do Sector da Serração, p. 218
Perspectivas de Evolução da Madeira Serrada de Resinosas em Portugal, p. 226
Madeira Serrada Portuguesa para Caixas e Paletes - Enquadramento
e Perspectivas, p. 229
Matéria-prima Lenhosa e sua Evolução Previsional, p. 242
Produção Florestal e, p. 259
Madeira para Trituração Situação Actual e Perspectivas, p. 263
O Abastecimento de Madeira às Indústrias, p. 261

5.3 - A Importância Económica do Sector Florestal, p. 277
Mercado Cambial e Exportação de Produtos Florestais (1972-1977), p. 279
A Floresta no Mundo — Seu Papel na Vida Rural
(Colóquio Internacional Ceneca - 1978), p. 287
As Indústrias Florestais e a Integração Europeia, p. 300
38.a Sessão do Comité du Bois da Comissão Económica para
a Europa (ECE), p. 306
A Indústria do Papel e Cartão Em 1979, p. 315
A Procura de Lenhas e Resíduos Lenhosos para a Produção
de Energia. Importância e Consequências, p. 334
40. a Sessão do Comité da Madeira da Comissão Económica
para a Europa (ONU), p. 356
41. a Sessão do Comité du Bois da Comissão Económica para a Europa, p. 367
Alguns Dados Sobre a Indústria e o Comércio de Painéis de Partículas, p. 383
Florestas e Energia, p. 392
O Comércio Externo de Produtos Florestais - Mais de 100 Milhões de Contos Exportados em 1984, p. 397
42.ªSessão do Comité du Bois da Comissão Económica para a Europa, p. 405
Perspectivas de Desenvolvimento do Sector Florestal, p. 420
43.ª Sessão do Comité du Bois da Comissão Económica para a Europa . 431
O Comércio Externo de Produtos Florestais em 1985. Perspectivas
para 1986, p. 444
A Fileria Florestal - Uma Fileira Chave para o Desenvolvimento do País, p. 458
O Sector Florestal em Portugal, p. 461
A Economia Florestal em Portugal, p. 474
Contributo da Fileira do Eucalipto para o Reforço da Importância
Económica do Sector Florestal, p. 479
L’Economie Forestière au Portugal, p. 481
A Floresta e a Comercialização dos seus Produtos, p. 484
Floresta, Ciência e Cientistas, p. 501
A Fileira Florestal - Balanço do Ano de 1992 e Perspectivas, p. 504
O Sonho Florestal Português — Tendências e Perspectivas, p. 507
Apresentação, p. 517
Poli tical and Social Changes in Europe jr Forests, p. 519
Colóquio Indústria e Tecnologia da Madeira no Sul da Europa
(Promovido por Bordeaux Aquitaine Technibois), p. 527
O Comércio Externo de Produtos Florestais em 1995, p. 535
Diversidade e Especialização, p. 537
Inovação e Competitividade na Floresta Dita Comercial, p. 542
Passado e Futuro, Próximos, da Floresta Portuguesa, p. 546
Floresta - Potencial Industrial (Notas para reflexão), p. 560
O Gestor no seu Labirinto, p. 565
O Contexto da Questão Florestal, p. 570
A Floresta Portuguesa - Recurso Natural Renovável, p. 575
Floresta e Turismo, p. 578
2011 Ano Internacional da Floresta (e da Química...)
- As plantações em Portugal, p. 580
Reflexão Pessoal Sobre os Custos de Contexto do Sector Florestal, p. 582

5.4 _ Contributos para um Plano Global de I&D na Fileira Florestal, p. 589
Portugal - Report of the Local Correspondent, p. 591
Recomendações para um Programa Global na Área dos Produtos
Florestais, p. 596
Relatório sobre Necessidades em C&T nas Florestas e Indústrias
Derivadas, p. 615
Adenda às “Recomendações para um Programa Global na Área
dos Produtos Florestais”, p. 629
Agro-Industrial and Forestry Research and Technology Days, p. 642

1º vol.: Floresta de equívocos.- 584 p.

2º vol.: Floresta de equívocos.- 716 p.



3º vol.: Floresta de equívocos.- 644 p.


Um livro de leitura obrigatória para todos os que se interessam – ou dizem interessar – pela Floresta Portuguesa e pelo Ambiente, nas suas diversas vertentes. Em matéria ambiental – e não só – os textos nele contido assumem o carácter desassombrado e contra a corrente, assumindo-se o Autor como um técnico, um profissional e um cidadão disposto a pôr em causa, explicando o “politicamente correcto” nestes domínios. Elogiados por uns e criticados por outros, escritos, lidos e publicados ao longo de mais de quatro décadas de profissão, continuam a revelar enorme – e por vezes alarmante – actualidade e a apontar de forma crua, responsabilidades e responsáveis pelo actual estado da “Coisa Florestal” entre nós. Talvez este livro suscite agora a reflexão filosófica e a discussão objectiva e fundamentada que os textos nele raramente nos neles visados…

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