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Tratado de viticultura : a videira, a vinha e o terroir / Nuno Magalhães ; infografias Carlos Godinho, rev. Daniel Gouveia

Main Author: Magalhães, Nuno Secondary Author: Godinho, Carlos
Gouveia, Daniel
Publication: Lisboa : Esfera Poética, 2015 Description: 607 p. : il.ISBN: 978-989-98207-3-9Topical name: Viticultura | Vinha | Videira CDU: 634.8
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Monografia
Biblioteca IPBeja
634.8/MAG(R) (Browse shelf) Consulta local 45150

Agronomia Viticultura 2º Ano / 4º Semestre


Índice
Nota do Autor, p. 7
Agradecimentos, p. 7
Índice de Capítulos, p. 8
CAPÍTULO 1 - Sistemática e Taxionomia, p. 11
1.1—Sistemática, p. 12
1.1.1- Família das Vitáceas, p. 12
1.1.2— Origens e evolução da videira e da vitivinicultura, p. 14
1.2— Taxionomia, p. 19
1.2.1- Espécies da série oriental do tronco
americano e cultivares (Híbridos
Produtores Directos - HPD), p. 19
1.2.2- Espécies da série central do tronco
americano e cultivares, p. 22
1.2.2.1- Espécies da série central, p. 22
1.2.2.2- Híbridos porta-enxertos (HPE), p. 23
1.2.2.2.1- Características genéricas, p. 23
1.2.2.2.2- Características específicas das cultivares
mais importantes de cada grupo, p. 28
1.2.2.2.3- Porta-enxertos utilizados em Portugal, p. 30
1.2.3- Espécies do Tronco Euro-Asiático de climas
temperados - Castas de Vitis Vinifera, p. 36
CAPÍTULO 2 - A Viticultura em Números, p. 61
2.1- Situação mundial, p. 62
2.1.1— Áreas vitícolas, p. 62
2.1.2- Destinos da produção e sua repartição, p. 64
2.1.3- Exportações de vinhos, p. 68
2.1.4- Importações de vinho, p. 68
2.1.5- Produção de uva de mesa, p. 69
2.1.6- Produção de uva passa, p. 70
2.2- Situação Portuguesa, p. 70
2.2.1- Áreas vitícolas, p. 70
2.2.2- Produções, p. 71
2.2.3- Exportação de vinhos Portugueses
e Importação de vinhos Estrangeiros, p. 73
CAPÍTULO 3 - Morfologia Externa e Histologia da Videira, p. 79
3.1- Noções gerais da morfologia da videira, p. 80
3.2-Raiz, p. 81
3.2.1- Anatomia da raiz, p. 84
3.3. - Varas - Morfologia externa, p. 85
3.3.1- Anatomia da vara e da gavinha, p. 88
3.3.2– Gomos, p. 90
3.4-Folha, p. 91
3.4.1– Morfologia, p. 91
3.4.2– Anatomia, p. 92
3.5– Inflorescências, p. 93
3.6– Flor, p. 93
3.6.1- Morfologia e tipos florais, p. 93
3.6.2- Anatomia do óvulo, p. 95
3.7– Cacho, p. 96
3.7.1- Morfologia do bago, p. 96
3.7.2- Anatomia do bago, p. 97
3.7.3– Grainha, p. 98
CAPÍTULO 4 — Ampelografia, p. 99
4.1- Caracterização botânica - Alguns aspectos
Históricos, p. 100
4.2- Métodos de caracterização ampelográfica, p. 103
4.2.1- Métodos ampelométricos, p. 103
4.2.2- Métodos morfológicos, p. 104
4.2.3- Métodos moleculares - marcadores
bioquímicos e marcadores de ADN, p. 105
CAPÍTULO 5 - Ciclo Vegetativo e Reprodutor, p. 111
5.1- Ciclo vegetativo, p. 112
5.1.1— Fases e fenómenos do ciclo vegetativo, p. 112
5.1.2- Factores de crescimento, p. 114
5.1.3- Alguns aspectos da fisiologia do crescimento, p. 114
5.1.4- Repartição dos açúcares ao longo do ciclo, p. 117
5.1.5- Queda da folha e repouso vegetativo, p. 118
5.1.6– Dormência, p. 119
5.2- Ciclo reprodutor da videira, p. 120
5.2.1- Diferenciação das inflorescências, p. 120
5.2.2- Factores da diferenciação, p. 121
5.2.2.1– Temperatura, p. 121
5.2.2.2— Intensidade luminosa, p. 122
5.2.2.3– Fotoperíodo, p. 123
5.2.2.4- Stresse hídrico, p. 123
5.2.2.5- Nutrientes minerais, p. 123
5.2.2.4 - Fitohormonas, p. 124
5.2.3- Diferenciação floral, p. 124
5.2.4- Processo e factores de diferenciação floral, p. 125
5.2.5– Floração, p. 126
5.2.6- Polinização, fecundação e formação do bago, p. 128
5.2.7- Desavinho e bagoinha, p. 130
CAPÍTULO 6 - Propagação da Videira, p. 139
6 - Propagação da videira, p. 140
6.1- Propagação por via sexuada, p. 140
6.1.1– Objectivos, p. 140
6.1.2- Técnica de obtenção de cultivares por via sexuada, p. 140
6.2- Propagação por via vegetativa, p. 142
6.2.1- Condições de conservação de materiais atempados, p. 142
6.2.2- Enraizamento de estacas, p. 143
6.2.2.1— Rizogénese, p. 143
6.2.2.2- Vinhas de pés-mãe, p. 146
6.2.2.3— Viveiros de enraizamento de estacas, p. 149
6.2.2.4- Multiplicação por estacas herbáceas, p. 151
6.2.2.5 - Mergulhia, p. 152
6.2.2.6 - Propagação por cultura in vitro, p. 152

6.3– Enxertia, p. 155
6.3.1– Calogénese, p. 155
6.3.1.1 - Condições de calogénese, p.155
6.3.1.2 - Formação do calo da enxertia, p. 158
6.3.2- Enxertias de campo, p. 158
6.3.2.1- Enxertias de Primavera sobre bacelo, p. 158
6.3.2.2- Enxertia de gomo destacado
atempado sobre bacelo, p. 161
6.3.2.3- Técnicas de sobreenxertia, p. 162
6.3.3- Enxertos-prontos com materiais lenhosos, p. 166
6.3.3.1- Motivações e objectivos, p. 166
6.3.3.2- Técnica de execução, p. 167
6.3.4- Produção de enxertos envasados, p. 171
6.3.5- Enxertos-prontos a partir de materiais herbáceos, p. 171
6.4- Normas relativas à obtenção, produção e comercialização
de materiais de propagação vegetativa de videira, p. 172

CAPÍTULO 7 - Melhoramento Genético e Conservação da Biodiversidade, p. 177
7.1 - Melhoramento por via sexuada, p. 178
7.1.1- Cruzamento e hibridação - Objectivos e exemplos de cultivares híbridas, p. 178
7.1.2- Outros exemplos de novas cultivares obtidaspor cruzamentos, p. 182
7.1.3- Engenharia genética, p. 183
7.1- Melhoramento por via vegetativa, p. 187
7.2.1- Bases genéticas que validam a selecção clonal, p. 187
7.2.1.1- Origem policlonal, p. 18 7
7.2.1.2– Mutações, p. 188
7.2.1.3- Diferenciação de tecidos, p. 188
7.2.1.4- Diferenciação por selecção, p. 188
7.2.1.5— Heterogeneidade sanitária, p. 188
7.2.2- Selecção massal, p. 189
7.2.3- Selecção clonal, p. 190
7.2.3.1- Modelo Europeu da selecção clonal, p. 190
7.2.3.2- Metodologia inicial de selecção da
videira adoptada em Portugal, p. 195
7.2.3.3- Conceitos de genética quantitativa aplicados
na metodologia portuguesa actual de
selecção da videira, p. 196
7.2.3.4- Metodologia actual da selecção clonal
da videira, após aplicação de técnicas de genética quantitativa, p. 200
7.3- Biodiversidade da Videira em Portugal, p. 208

CAPÍTULO 8 - Ecofisiologia da Vinha e Sistemas de Condução, p. 211
8.1– Introdução, p. 212
8.2- Funções fisiológicas, p. 213
8.2.1- Economia da água na videira, p. 213
8.2.1.2— Absorção e transpiração, p. 213
8.2.1.3- Transporte da água na planta, p. 216
8.2.1.4- Estado hídrico e crescimento, p. 217
8.2.1.5- Condicionalismos de adaptação ao stresse hídrico, p. 219
8.2.1.6 - Aclimatação ao stresse hídrico, p. 221
8.2.2- Trocas gasosas — respiração e fotossíntese, p. 222
8.2.2.1– Respiração, p. 222
8.2.2.2– Fotossíntese, p. 223
8.2.2.2.1- Factores intervenientes na fotossíntese, p. 224
8.2.2.2.1.1– Radiação, p. 224
8.2.2.2.1.2– Temperatura, p. 228
8.2.2.2.1.3- Tensão de CO, na atmosfera e influência da proximidade de florestas, p. 229
8.2.2.2.1.4- Disponibilidades hídricas e fotossíntese, p. 229
8.2.2.2.1.5- Humidade relativa do ar, p. 230
8.2.2.2.1.6 - Abertura dos estornas, p. 230
8.2.2.2.1.7 - Efeito “sink” sobre a fotossíntese, p. 230
8.2.2.2.1.8- Idade das folhas, p. 230
8.2.3- Mobilização e repartição de fotoassimilados, p. 231
8.2.3.1- Mecanismos do transporte, p. 234
8.2.3.2— Intervenções culturais e repartição dos fotoassimilados, p. 235
8.2.3.3- Variação dos açúcares de reserva ao longo do ciclo, p. 236
8.3- Microclima do coberto, p. 237
8.3.1- Efeito do solo no microclima, p. 237
8.3.2- Intercepção dos componentes do mesoclima pelo coberto, p. 239
8.3.3- Microclima e rendimento, p. 242
8.3.4- Influência do sistema de condução na intercepção dos componentes do mesoclima, p. 243
8.3.5- Avaliação da porosidade do coberto – método “point quadrat”, p. 251
8.3.6- Avaliação da qualidade da uva e do vinho pela “Ficha Vitur”, p. 253
8.3.7- Densidade, compasso e disposição de plantação, p. 253
8.3.8- Orientação das linhas e intercepção da radiação, p. 255
CAPÍTULO 9 - Instalação da Vinha, p. 261
9.1- Análise prévia para um projecto de instalação de vinha, p. 262
9.2- Análises de solo e estudo das parcelas, p. 263
9.3— Sistematização do terreno, p. 265
9.3.1- Limpeza e regularização do terreno, p. 265
9.3.2– Surriba, p. 266
9.3.3– Despedrega, p. 267
9.3.4- Nivelamento do terreno, p. 268
9.3.5- Armação do terreno de encosta, p. 268
9.3.6- Definição de arruamentos, p. 272
9.4— Fertilização e correcção de fundo, p. 272
9.5- Definição da densidade e disposição da plantação, p. 274
9.5.1— Exploração do solo pelo sistema radicular, p. 275
9.5.2- A intercepção da energia luminosa pelo coberto vegetal, p. 276
9.6- Escolha de porta-enxertos e de castas, p. 280
9.6.1- Porta-enxertos, p. 280
9.6.2– Castas, p. 281
9.7— Piquetagem do terreno, p. 281
9.8– Plantação, p. 283
9.9- Operações culturais após plantação, p. 286
9.10 - Estruturas de apoio, p. 286
9.10.1– Materiais, p. 286
9.10.2- Estrutura de apoio em função das formas de condução, p. 289
CAPÍTULO 10 - Poda de Inverno e Condução, p. 291
10.1 -Poda, p. 294
10.1.1– Definições, p. 294
10.1.2– Objectivos, p. 295
10.1.3- Princípios da poda, p. 296
10.1.4- Componentes do rendimento, p. 302
10.1.5- Tipos de poda, p. 303
10.1.5.1- Poda de formação, p. 303
10.1.5.2- Poda de frutificação, p. 304
10.1.6- Época de poda, p. 306
10.1.7- Sistemas de poda, p. 307
10.2– Condução, p. 309
10.2.1- Classificação das formas de condução, p. 314
10.2.1.1- Pequena EV, p. 315
10.2.1.1.1-Vaso, p. 315
10.2.1.1.2– Guyot, p. 316
10.2.1.1.3— Cordão Royat, p. 317
10.2.1.1.4- Cordão Cazenave, p. 318
10.2.1.2-Média EV, p. 318
10.2.1.2.1— Cordão Sylvoz, p. 318
10.2.1.2.2-LYS, p. 319
10.2.1.2.3- Sc...

12.1.10.1 – Bactérias, p. 363
12.1.10.1.1 - Necrose bacteriana, p. 363
12.1.10.1.2 - Tumor bacteriano (“Crown Gall”), p. 364
12.1.10.1.3 — Doença de Pierce, p. 364
12.1.10.2- Vírus, p. 365
12.1.10.2.1 - Vírus do urticado ou nó-curto
(“Grapevine Fanleaf Virus”), p. 365
12.1.10.2.2 - Doença do enrolamento
foliar da videira, p. 366
12.1.10.2.3 - Complexo do lenho rugoso
“Stem Pitting”, p. 367
12.1.10.2.4 - Marmoreado “Grapevine
Fleck Virus” (GFKV), p. 367
12.1.10.2.5 - Doença das enações, p. 367
12.1.10.3 – Fitoplasmas, p. 367
12.1.10.3.1 - Flavescência dourada, p. 368
12.1.10.3.2 - “Bois Noir” ou Madeira Negra, p. 369
12.2- Pragas, p. 369
12.2.1 - Cigarrinha verde, p. 369
12.2.2 — Traça da uva, p. 371
12.2.3 – Ácaros, p. 374
12.2.3.1 - Acariose do Nó-curto, p. 374
12.2.3.2 – Erinose, p. 375
12.2.3.3 - Ácaros tetraniquídeos, p. 375
12.2.3 .3.1 - Aranhiço amarelo, Tetranychus Urticae (KOCH), p. 375
12.2.3.3.2 - Aranhiço vermelho,Panonychus UImi (KOCH), p. 376
12.2.4 — Pragas secundárias, p. 376
12.2.4.1 –Cochonilhas, p. 376
12.2.4.2 — Pirale ou largarta esperta, p. 377
12.2.4.3 - Áltica ou pulgão da vinha, p. 377
12.2.4.4 — Pedroto ou pedreiro da videira, p. 377
12.2.4.5 - Charuteiro ou cigarreiro, p. 378
12.2.4.6 – Filoxera, p. 378
12.2.4.7 - Formiga branca ou térmita, Reticulitermes Lucifugus (ROSSI), p. 379
12.2.4.8 – Caracóis, p. 379
12.2.4.9 – Nematodes, p. 380
12.2.4.10-Roscas, p. 380
12.2.5 – Auxiliares, p. 380
12.3 - Protecção na perspectiva da Viticultura Biológica, p. 381
12.4— Desordens provocadas por factores Abióticos Ambientais, p. 385
12.4.1 — Geadas, p. 385
12.4.2 - Escaldão das folhas e cachos, p. 386
12.4.3 _Raios, p. 387
12.4.4 – Granizo, p. 387
12.4.5- Contaminações atmosféricas, p. 387
12.5 - Doenças fisiológicas, p. 388
12.5.1 - Redistribuição dos açúcares, p. 388
12.5.2 - Perturbações na economia da água, p. 390
12.5.3 - Distúrbios da alimentação mineral, p. 391
CAPÍTULO 13 - Intervenções no Solo, p. 395
13.1 – Mobilizações, p. 396
13.2 – Relvamentos, p. 398
13.3 - Revestimento do solo com inertes, p. 401
13.4 - Não cultura - aplicação de herbicidas, p. 401
13.4.1 - Efeito da não-cultura sobre o rendimento e qualidade, comparativamente
com outros sistemas, p. 404
13.4.2 - Herbicidas homologados na viticultura em Portugal , p. 404
13.5 - Monda térmica, p. 406
13.6 - As intervenções no solo, numa perspectiva da Produção Integrada, p. 406
CAPÍTULO 14 - Nutrição e Fertilização da Vinha, p. 409
14 - Nutrição e Fertilização da Vinha, p. 410
14.1 - Características físico-químicas do solo, p. 410
14.1.1 - Elementos minerais, p. 411
14.1.2 - Matéria orgânica, p. 412
14.1.3 – Textura, p. 413
14.1.4 – Estrutura, p. 414
14.1.5-pH, p. 415
14.2 - Situações específicas de fertilidade
de solos vitícolas, p. 416
14.2.1- Características gerais de solos ácidos, p. 416
14.2.2 - Características gerais dos solos calcários, p. 417
14.2.3- Solos salgados, p. 418
14.2.4 — Solos carentes em potássio, p. 419
14.2.5 - Solos carentes em magnésio, p. 419
14.2.6 - Desequilíbrios entre KV Ca2++Mg2+
(Secura do engaço), p. 420
14.3 - Os nutrientes na planta, p. 422
14.3.1 – Azoto, p. 422
14.3.2 — Fósforo, p. 42 3
14.3.3- Potássio, p. 424
14.3.4 – Magnésio, p. 424
14.3.5 – Cálcio, p. 425
14.3.6 – Enxofre, p. 425
14.3.7-Ferro, p. 425
14.3.8 – Boro, p. 425
14.3.9 — Manganês, p. 426
14.3.10 – Zinco, p. 426
14.3.11 – Cobre, p. 426
14.3.12 – Molibdénio, p. 426
14.3.13 – Cobalto, p. 426
14.3.14- Alumínio, p. 42 6
14.4 - Aspectos sintomatológicos de carências
e toxicidades em elementos minerais, p. 427
14.4.1 - Carência de azoto, p. 427
14.4.2 - Carência de magnésio, p. 427
14.4.3 - Carência de potássio, p. 427
14.4.4 - Clorose férrica, p. 428
14.4.5 — Carência de boro, p. 428
14.4.6 - Toxicidade de boro, p. 429
14.4.7 - Carência de manganês, p. 429
14.4.8 - Toxicidade de manganês, p. 429
14.4.9 - Toxicidades de alumínio e de cobre, p. 429
14.4.10- Toxicidade por cloreto de sódio, p. 430
14.4.11 - Secura do engaço, p. 430
14.4.12 - Carência de zinco, p. 430
14.5 - Exportações e ritmo de absorção, p. 430
14.6 - Cálculo de fertilizações, p. 431
14.6.1 - Correcção orgânica, p. 432
14.6.2 - Correcção calcária, p. 432
14.6.3 - Fertilização em fósforo, potássio e magnésio, p. 433
14.6.4 — Fertilização azotada, p. 437
14.6.5 - Adubação com boro, p. 438
14.6.6 - Análise do complexo de troca, p. 438
14.6.7 - Análise foliar, p. 439
14.6.7.1 - Análise do limbo, p. 440
14.6.7.2 - Análises do Pecíolo, p. 440
14.7 — Fertilização foliar, p. 440
14.8 - Fertirrigação, p. 442
14.9 — Fertilizantes e correctivos mais utilizados
em viticultura, p. 443
14.9.1 - Fertilizantes (adubos), p. 443
14.9.1.1 — Elementares azotados, p. 443
14.9.1.2 — Elementares fosfatados, p. 443
14.9.1.3— Elementares potássicos, p. 444
14.9.1.4 - Outros adubos elementares, p. 444
14.9.1.5 - Compostos binários, p. 444
14.9.1.6 - Compostos ternários, p. 444
14.9.1.7 - Adubos para fertirrigação, p. 444
14.9.1.8 — Adubos para aplicação foliar, p. 444
14.9.2 — Correctivos, p. 444
14.9.2.1 — Correctivos orgânicos, p. 445
14.9.2.2 - Correctivos calcários, p. 445
CAPÍTULO 15 - A Rega da Vinha, p. 447
15.1 - Introdução, p. 448
15.2 — A água no solo, p. 448
15.3 - A água na planta, p. 450
15.4 - Métodos para medição da água no solo e na planta, p. 456
15.4.1 - Medição da água no solo, p. 456
15.4.1.1 — Gravimetria, p. 456
15.4.1.2 - Por energia ou potencial e retenção no solo, p. 456
15.4.1.3 - Por medição da resistência eléctrica do solo, ou por potenciometria, p. 456
15.4.1.4 - Sonda de neutrões, p. 456
15.4.1.5 — Baseados nas propriedades dieléctricas do solo - por TDR e FDR, p. 457
15.4.2 - Cálculo da evapotranspiração, p. 457
15.4.3 - Medição da água na planta, p. 458
15.4.3.1 - Métodos fisiológicos, p. 458
15.4.3.2 - Métodos morfológicos, p. 459
15.5 - Cálculo da rega, p. 460


12.4.5 - Contaminações atmosféricas, p. 387
12.5 - Doenças fisiológicas, p. 388
12.5.1 - Redistribuição dos açúcares, p. 388
12.5.2 - Perturbações na economia da água, p. 390
12.5.3 - Distúrbios da alimentação mineral, p. 391
CAPÍTULO 13 - Intervenções no Solo, p. 395
13.1 – Mobilizações, p. 396
13.2 – Relvamentos, p. 398
13.3 - Revestimento do solo com inertes, p. 401
13.4 - Não cultura - aplicação de herbicidas, p. 401
13.4.1 - Efeito da não-cultura sobre o rendimento e qualidade, comparativamente
com outros sistemas, p. 404
13.4.2 - Herbicidas homologados na viticultura em Portugal, p. 404
13.5 - Monda térmica, p. 406
13.6 - As intervenções no solo,numa perspectiva da Produção Integrada, p. 406

CAPÍTULO 14 - Nutrição e Fertilização da Vinha, p. 409
14 - Nutrição e Fertilização da Vinha, p. 410
14.1 - Características físico-químicas do solo, p. 410
14.1.1 - Elementos minerais, p. 411
14.1.2 - Matéria orgânica, p. 412
14.1.3 – Textura, p. 413
14.1.4 – Estrutura, p. 414
14.1.5-pH, p. 415
14.2 - Situações específicas de fertilidade de solos vitícolas, p. 416
14.2.1- Características gerais de solos ácidos, p. 416
14.2.2 - Características gerais dos solos calcários, p. 417
14.2.3- Solos salgados, p. 418
14.2.4 — Solos carentes em potássio, p. 419
14.2.5 — Solos carentes em magnésio, p. 419
14.2.6 - Desequilíbrios entre K+/ Ca2++Mg2+ (Secura do engaço), p. 420
14.3 - Os nutrientes na planta, p. 422
14.3.1 – Azoto, p. 422
14.3.2 — Fósforo, p. 42 3
14.3.3 – Potássio, p. 424
14.3.4- Magnésio, p. 424
14.3.5 – Cálcio, p. 425
14.3.6 — Enxofre, p. 425
14.3.7-Ferro, p. 425
14.3.8 – Boro, p. 425
14.3.9 — Manganês, p. 426
14.3.10 – Zinco, p. 426
14.3.11 – Cobre, p. 426
14.3.12- Molibdénio, p. 426
14.3.13 – Cobalto, p. 426
14.3.14 – Alumínio, p. 426
14.4 - Aspectos sintomatológicos de carências e toxicidades em elementos minerais, p. 427
14.4.1 - Carência de azoto, p. 427
14.4.2 - Carência de magnésio, p. 427
14.4.3 - Carência de potássio, p. 427
14.4.4 - Clorose férrica, p. 428
14.4.5 — Carência de boro, p. 428
14.4.6 - Toxicidade de boro, p. 429
14.4.7 - Carência de manganês, p. 429
14.4.8 - Toxicidade de manganês, p. 429
14.4.9 - Toxicidades de alumínio e de cobre, p. 429
14.4.10- Toxicidade por cloreto de sódio, p. 430
14.4.11 - Secura do engaço, p. 430
14.4.12 - Carência de zinco, p. 430
14.5 - Exportações e ritmo de absorção, p. 430
14.6 - Cálculo de fertilizações, p. 431
14.6.1 - Correcção orgânica, p. 432
14.6.2 - Correcção calcária, p. 432
14.6.3 - Fertilização em fósforo, potássio e magnésio, p. 433
14.6.4 — Fertilização azotada, p. 437
14.6.5 - Adubação com boro, p. 438
14.6.6 - Análise do complexo de troca, p. 438
14.6.7 - Análise foliar, p. 439
14.6.7.1 - Análise do limbo, p. 440
14.6.7.2 - Análises do Pecíolo, p. 440
14.7 - Fertilização foliar, p. 440
14.8 – Fertirrigação, p. 442
14.9 - Fertilizantes e correctivos mais utilizados em viticultura, p. 443
14.9.1 - Fertilizantes (adubos), p. 443
14.9.1.1 — Elementares azotados, p. 443
14.9.1.2 — Elementares fosfatados, p. 443
14.9.1.3— Elementares potássicos, p. 444
14.9.1.4 - Outros adubos elementares, p. 444
14.9.1.5 - Compostos binários, p. 444
14.9.1.6 - Compostos ternários, p. 444
14.9.1.7 — Adubos para fertirrigação, p. 444
14.9.1.8 — Adubos para aplicação foliar, p. 444
14.9.2 — Correctivos, p. 444
14.9.2.1 — Correctivos orgânicos, p. 445
14.9.2.2 - Correctivos calcários, p. 445
CAPÍTULO 15 - A Rega da Vinha, p. 447
15.1 – Introdução, p. 448
15.2 - A água no solo, p. 448
15.3 - A água na planta, p. 450
15.4 - Métodos para medição da água no solo e na planta, p. 456
15.4.1 - Medição da água no solo, p. 456
15.4.1.1 — Gravimetria, p. 456
15.4.1.2 - Por energia ou potencial de retenção no solo, p. 456
15.4.1.3 - Por medição da resistência eléctrica do solo, ou por potenciometria, p. 456
15.4.1.4 — Sonda de neutrões, p. 456
15.4.1.5 — Baseados nas propriedades dieléctricas
do solo - por TDR e FDR, p. 457
15.4.2 - Cálculo da evapotranspiração, p. 457
15.4.3 - Medição da água na planta, p. 458
15.4.3.1 - Métodos fisiológicos, p. 458
15.4.3.2 - Métodos morfológicos, p. 459
15.5 - Cálculo da rega, p. 460
15.5.1 - Em função do estado hídrico do solo, p. 460
15.5.2 - Cálculo do balanço hídrico, p. 460
15.5.3 - Por potencial hídrico foliar
— “Regulated Déficit Irrigation” (RDI), p. 461
15.5.4 - Exemplo de resultados de Ensaio de Rega
por RDI e em função dos valores da evapotranspiração, p. 465
15.5.5 — Técnica de rega por PRD
- “Partial Rootzone Drying”, p. 465
15.6 - Sistemas de rega, p. 466
CAPÍTULO 16 - Evolução da Maturação e definição da Qualidade da Vindima, p. 471
16.1 - Fase de crescimento do bago, p. 472
16.2 — Fase de maturação, p. 473
16.2.1 – Açúcares, p. 474
16.2.2 – Ácidos, p. 475
16.2.3 - Compostos fenólicos, p. 477
16.2.4 - Substâncias aromáticas, p. 479
16.2.5 - Evolução dos aromas no bago, p. 480
16.2.6 - Actividade enzimática, p. 481
16.2.7 - Elementos minerais, p.481
16.2.8 – Vitaminas, p. 481
16.3 - Interferência da composição do bago na qualidade, p. 481
16.4 - Definição da data de vindima, p. 482
CAPÍTULO 17 - Ecossistema Vitícola: Região Vitícola, “Terroir” e Zonagem, p. 489
17.1 — Introdução, p. 490
17.2 - Influência e limitações do clima na cultura da vinha, p. 490
17.3 - Influência e limitações impostas pelo solo à cultura da vinha, p. 495
17.4 - Macrozonagem em função das potencialidades vitícolas, p. 498
17.5 - Caracterização climática de regiões vitícolas de Portugal Continental, p. 504
17.6 - Mesoclima vitícola, p. 507
17.7 - Microclima vitícola, p. 507
17.8 - Região vitícola e “Terroir”, p. 508
17.9 - Metodologia de caracterização integrada de “Terroirs” vitícolas, p. 509
17.10 - Um exemplo de zonagem vitícola - o método de pontuação de Moreira da Fonseca, p. 514
17.11 - O “Terroir” e as alterações climáticas, p. 517
CAPÍTULO 18 - Regiões vitícolas, p. 521
18.1 - Principais regiões vitícolas internacionais actuais, p. 522
18.1.1 - África do Sul, p. 522
18.1.2 – Alemanha, p. 525
18.1.3 — Argentina, p. 529
18.1.4 — Austrália, p. 531
18.1.5 – Áustria, p. 534
18.1.6 -Chile, p. 535
18.1.7 – Espanha, p. 537
18.1.8 - Estados Unidos da América, p. 545
18.1.9 – França, p. 551
18.1.10 – Hungria, p. 567
18.1.11 – Itália, p. 568
18.1.12 - Nova Zelândia, p. 574
18.1.13 – Suíça, p. 575
18.2 - Regiões Vitícolas Portuguesas, p. 576
18.2.1 — Indicação Geográfica Minho, p. 578
18.2.2 - Indicação Geográfica Duriense, p. 581
18.2.3 - Indicação Geográfica Transmontano, p. 585
18.2.3.1 – Chaves, p. 585
18.2.3.2 – Valpaços, p. 586
18.2.3.3 - Planalto Mirandês, p. 586
18.2.4 - Indicação Geográfica Beira Atlântico, p. 586
18.2.5 — Indicação Geográfica Terras de Cister, p. 587
18.2.6 - Indicação Geográfica Terras da Beira, p. 587
18.2.6.1 — Pinhel, p. 588
18.2.6.2 - Figueira de Castelo Rodrigo, p. 588
18.2.6.3 - Cova da Beira, p. 588
18.2.7 — Indicação Geográfica Terras do Dão, p. 588
18.2.7.1 - DO Dão, p. 588
18.2.7.2 - DO Lafões, p. 591
18.2.8 - Indicação Geográfica Lisboa, p. 591
18.2.8.1 - DO’s da Alta Estremadura, p. 592
18.2.8.2 - DO’s Alenquer, Torres Vedras e Arruda dos Vinhos, p. 592
18.2.8.3 - DO’s do “Termo de Lisboa”, p. 593
18.2.8.3.1 - DO Colares, p. 593
18.2.8.3.2 - DO Bucelas, p. 593
18.2.8.3.3 - DO Carcavelos, p. 593
18.2.9 - Indicação Geográfica Península de Setúbal, p. 594
18.2.10 - Indicação Geográfica Tejo, p. 594
18.2.11 - Indicação Geográfica Alentejano, p. 595
18.2.12 - Indicação Geográfica Algarve, p. 598
18.2.13 - Indicação Geográfica Terras Madeirenses, p. 599
18.2.14 - Indicação Geográfica Açores, p. 600

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