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Boas práticas no olival e no lagar / coord. Pedro Jordão

Secondary Author: Jordão, Pedro Publication: Oeiras : INIAV - Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, 2014 Description: XXVI, 290 p.ISBN: 978-972-579-041-0Topical name: Olival | Lagar | Oliveira | Solo | Fertilização | Rega | Poda | Protecção das plantas | Azeitona CDU: 634.63
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Monografia
Biblioteca IPBeja
634.63/BOA (Browse shelf) Available 45129

Agronomia Gestão de Pragas e Doenças 1º Ano / 1º Semestre

Agronomia Olivicultura e Tecnologia do Azeite e Azeitona de Mesa 1º Ano / 1º Semestre


Índice
1 ENQUADRAMENTO SOCIOECONÓMICO DO SECTOR OLIVÍCOLA, P. 02
1.1 | PRODUÇÃO E MERCADOS, p. 03
Azeite, um bem mediterrânico, p. 03
O mercado mundial de azeite: produção, consumo e transações comerciais, p. 04
A produção nacional e o consumo: séries cronológicas, p. 07
Portugal no mercado mundial, p. 09
1.2 | OS AGENTES ECONÓMICOS QUE DETÊM O OLIVAL E OS TRAÇOS ESTRUTURAIS, p. 09
DAS UNIDADES PRODUTIVAS, p. 09
Os agentes económicos detentores do olival, p. 10
Elementos técnico-estruturais das explorações olivícolas, p. 12
1.3 | DISTRIBUIÇÃO DO OLIVAL EM PORTUGAL, p. 21
Os espaços olivícolas nacionais: um panorama no final dos anos 2000 e as mutações no período 1989-2009, p. 21
Distribuição regional do olival nacional de acordo com as cultivares, p. 27
Distribuição do olival nacional de acordo com o tipo de solos, p. 28
BIBLIOGRAFIA, p. 32

2 ASPETOS GERAIS DA CULTURA DA OLIVEIRA, P. 36
2.1 | CICLO VEGETATIVO E REPRODUTIVO DA OLIVEIRA, p. 38
Ciclo vegetativo da oliveira, p. 38
Ciclo reprodutivo da oliveira, p. 39
Alternância de colheitas, p. 42
2.2 | EXIGÊNCIAS EDAFOCLIMÁTICAS DA OLIVEIRA, p. 43
Climáticas, p. 43
Edáficas, p. 44
2.3 | PRINCIPAIS CULTIVARES DE OLIVEIRA EXISTENTES EM PORTUGAL, p. 44
Nacionais, p. 44
Estrangeiras, p. 50
BIBLIOGRAFIA, p. 52

3 CONSERVAÇÃO DO SOLO — PRINCIPAIS AMEAÇAS, P. 56
3.1 | PERDA DE NUTRIENTES, p. 57
3.2 | EROSÃO, p. 59
3.3 | COMPACTAÇÃO, p. 60
3.4 | SALINIZAÇÃo/SODIZAÇÃO, p. 61
3.5 | PERDA DE MATÉRIA ORGÂNICA, p. 63
BIBLIOGRAFIA, p. 69


4 INSTALAÇÃO DO OLIVAL, P. 72
4.1 | FATORES QUE CONDICIONAM A INSTALAÇÃO DO OLIVAL, p. 73
Características do solo, p. 73
Declive, p. 74
4.2 | ADAPTAÇÃO DO TERRENO À CULTURA, p. 76
4.3 | PLANTAÇÃO, p. 78
Compassos, p. 79
Orientação, p. 80
BIBLIOGRAFIA, p. 81

05 GESTÃO DO COBERTO DO SOLO, P. 74
5.1 | TÉCNICAS DE CONTROLO QUÍMICO DAS INFESTANTES, p. 84
Herbicidas, p. 86
Características dos herbicidas, p. 86
Riscos associados aos herbicidas, p. 86
5.2 | TÉCNICAS DE CONTROLO MECÂNICO DAS INFESTANTES, p. 90
Mobilizações, p. 90
Olivais tradicionais com baixa densidade de árvores, p. 91
Olivais novos, p. 92
Olivais com enrelvamento permanente de vegetação natural, p. 93
Não mobilização, p. 93
5.3 | TÉCNICAS DE CONTROLO DAS INFESTANTES POR ENRELVAMENTO, p. 93
Enrelvamento natural, p. 94
Enrelvamento semeado, p. 95
Considerações sobre a implantação e manutenção de um enrelvamento, p. 96
5.4 | INTEGRAÇÃO DAS DIFERENTES TÉCNICAS DE GESTÃO DO COBERTO DO SOLO, p. 97
5.5 MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA CONTROLO DA VEGETAÇÃO, p. 98
Controlo por processos químicos, p. 98
Controlo por processos mecânicos, p. 99
Máquinas usadas na sementeira de culturas na entrelinha, p. 100
BIBLIOGRAFIA, p. 101

6 FERTILIZAÇÃO
6.1 | ALGUNS FUNDAMENTOS DA FERTILIZAÇÃO DO OLIVAL, p. 105
Remoção de nutrientes, p. 105
Épocas do ciclo cultural com necessidades em nutrientes mais elevadas, p. 106
6.2 | MEIOS DE DIAGNÓSTICO DO ESTADO DE FERTILIDADE DO SOLO
E DE NUTRIÇÃO DO OLIVAL, p. 107
Análise de terra, p. 108
Colheita de amostras de terra, p. 108
Classes de fertilidade do solo, p. 110
Indicadores biológicos de fertilidade do solo, p. 110
Análise foliar, p. 111
Colheita de amostras de folhas, p. 112
Teores foliares de referência, p. 113
Colheita de amostras de folhas em casos especiais, p. 113
Sintomatologia visual de desequilíbrios nutricionais, p. 113
Análise de água de rega, p. 115
Colheita de amostras de água de rega, p. 116
Qualidade e correção da água de rega, p. 116
6.3 | EFEITO DA FERTILIZAÇÃO NA PRODUÇÃO DE AZEITONA
E NA QUALIDADE DO AZEITE, p. 117
Efeito da fertilização na produção de azeitona, p. 117
Efeito da fertilização na qualidade do azeite, p. 119
6.4 | RECOMENDAÇÕES DE FERTILIZAÇÃO, p. 120
Fertilização de instalação, p. 120
Aplicação de correctivos, p. 120
Aplicação de nutrientes, p. 121
Fertilização de formação, p. 121
Fertilização de produção, p. 123
Aplicação de correctivos, p. 123
Aplicação de nutrientes, p. 123
Alguns aspetos da fertirrega, p. 126
Adubação por via foliar, p. 127
Fertilização em modo de produção biológico, p. 128
6.5 | MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA DISTRIBUIÇÃO DE FERTILIZANTES, p. 130
Distribuição de adubos sólidos, p. 130
Distribuição de adubos líquidos, p. 130
Distribuição de corretivos orgânicos, p. 130
Distribuição de corretivos minerais, p. 131
BIBLIOGRAFIA, p. 131

7 REGA, P. 138
7.1 | NECESSIDADES HÍDRICAS DO OLIVAL, p. 139
Sensibilidade do olival ao défice hídrico ao longo do ciclo vegetativo e reprodutivo, p. 139
Método de cálculo da evapotranspiração para a máxima produção, p. 140
Evapotranspiração de referência, p. 141
Cálculo dos coeficientes culturais, p. 142
Exemplo do cálculo das necessidades hídricas, p. 145
Ferramentas informáticas para o cálculo das necessidades hídricas, p. 145
Balanço de água no solo, p. 145
MOGRA — Modelo para a Gestão da Rega no Alentejo, p. 147
7.2 | EQUIPAMENTOS DE MONITORIZAÇÃO PARA APOIO À GESTÃO DA REGA, p. 148
Instalados no solo, p. 149
Instalados na planta, p. 152
7.3 | CONDUÇÃO DA REGA, p. 154

7.4 | INFLUÊNCIA DA REGA NA PRODUÇÃO E QUALIDADE DO AZEITE, p. 156
7.5 | SISTEMA DE REGA LOCALIZADA, p. 156
Aspetos de dimensionamento, p. 157
Componentes do sistema de rega, p. 157
Monitorização e manutenção, p. 160
7.6 | QUALIDADE DA ÁGUA DE REGA, p. 160
Salinidade, p. 361
Infiltração da água no solo, p. 161
Toxicidade e outros efeitos, p. 161
Entupimento dos emissores, p. 161
BIBLIOGRAFIA, p. 165

8 PODA, P. 170
8.1 | PRINCÍPIOS E TIPOS DE PODA, p. 172
8.2 | A PODA E OS SISTEMAS DE CONDUÇÃO DO OLIVAL, p. 173
Formas em volume - sistema "em vaso”, p. 173
Formas em superfície — sistema "em sebe”, p. 174
Olival tradicional, p. 176
8.3 | MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA PODA DO OLIVAL, p. 178
Máquinas e equipamentos manuseados pelo homem, p. 178
Máquinas e equipamentos acoplados ao trator, p. 179
BIBLIOGRAFIA, p. 180

9 PROTEÇÃO, P. 182
9.1 | INIMIGOS DA CULTURA, p. 184
Pragas, p. 184
Insetos, p. 184
Mosca-da-azeitona — Bactrocera oleae (Gmelin), p. 184
Traça-da-oliveira — Prays oleae (Bernard), p. 187
Cochonilha-negra — Saissetia oleae (Olivier), p. 191
Traça-verde — Palpita vitrealis (Rossi), p. 192
Euzofera — Euzophera pinguis (Haworth) (=Euzophera neliella Rag.), p. 194
Caruncho da oliveira — Phloeotribus scarabaeoides (Bernard), p. 197
Algodão da oliveira — Euphyllura olivina (Costa), p. 199
Cecidómia-da-casca-da-oliveira — Resseliella oleisuga (Targioni-Tozzetti), p. 200
Tripes da oliveira — Liothrips oleae (Costa), p. 201
Ácaros, p. 203
Eriofídeos, p. 203
Doenças, p. 205
Fungos, p. 205
Gafa — Colletotrichum spp., p. 205
Olho de pavão — Spilocaea oleagina (Castagne), p. 207
Verticilose — Vertícillium dahliae Klebahan, p. 209
Bactérias, p. 211
Tuberculose — Pseudomonas savastanoi pv. savastanoi (ex Smith) Gardan et al., p. 211
Vírus, p. 212
Vegetação espontânea, p. 217
FAUNA AUXILIAR, p. 220
Aracnídeos, p. 220
Ácaros, p. 220
Aranhas, p. 221
Insetos, p. 223
9.2 | OUTROS ORGANISMOS COM IMPORTÂNCIA NO OLIVAL, p. 225
Formigas, p. 225
9.3 | MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA PROTEÇÃO DO OLIVAL, p. 228
Pulverizadores de jato transportado, p. 228
Pulverizadores pneumáticos ou atomizadores, p. 229
Pulverizadores de jato projectado, p. 230
BIBLIOGRAFIA, p. 231

10 COLHEITA DA AZEITONA, P. 244
10.1 | CARACTERIZAÇÃO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DA AZEITONA, p. 246
Do vingamento ao início da maturação, p. 246
Durante a maturação, p. 247
10.2 | FATORES QUE INFLUENCIAM A ÉPOCA DE COLHEITA, p. 249
Características da cultivar, p. 249
Condições edafoclimáticas, p. 250
Características do azeite, p. 251
10.3 | TRANSPORTE, LIMPEZA E ARMAZENAMENTO DA AZEITONA, p. 251
10.4 | MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, p. 252
A colheita mecanizada da azeitona, p. 252
Equipamentos que provocam o desprendimento da azeitona porvarejamento, p. 252
Equipamentos que provocam o desprendimento da azeitona por vibração, p. 254
Equipamentos usados na recolha da azeitona, p. 255
BIBLIOGRAFIA, p. 255

11| BOAS PRÁTICAS NOS LAGARES E QUALIDADE DO AZEITE, P. 260
11.1 | LEGISLAÇÃO RELATIVA AO AZEITE, p. 261
Tipos de Azeite, p. 262
Rotulagem do Azeite
11.2 | LAGARES DE AZEITE, p. 262
Localização e caracterização dos lagares em Portugal, p. 264
Boas práticas nos lagares, p. 265
Receção da azeitona, p. 266
Limpeza e lavagem da azeitona, p. 266
Laboração, p. 266
Armazenamento do azeite, p. 268
Embalamento e embalagens, p. 268
Lagares e ambiente, p. 268
HACCP nos lagares, p. 269
Principais pré-requisitos, p. 270
11.3| QUALIDADE DO AZEITE, p. 272
Fatores que influenciam a qualidade do azeite, p. 272
Análise química, p. 272
Composição em ácidos gordos, p. 272
Constituintes menores e qualidade do azeite, p. 274
Análise sensorial, p. 274
11.4| SUBPRODUTOS DOS LAGARES DE AZEITE, p. 276
Subprodutos gerados pela indústria de extração de azeite em Portugal, p. 276
Principais características dos subprodutos da indústria de extração de azeite, p. 277
Águas-ruças, p. 277
Principais características dos bagaços de prensas e de três fases, p. 279
Principais características dos bagaços de duas fases, p. 279
Valorização agrícola dos subprodutos de lagares de azeite, p. 282
Valorização agrícola de águas-ruças, p. 282
Valorização agrícola de bagaços de duas fases, p. 283
Enquadramento legal da gestão dos resíduos dos lagares nalguns dos principais países produtores de azeite, p. 284
BIBLIOGRAFIA, p. 286

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