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Novas cartas portuguesas / Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, Maria Velho da Costa

Autor: Barreno, Maria Isabel Co-autor: Horta, Maria Teresa
Costa, Maria Velho da
Edição: Edição anotada Publicação: Alfragide : Dom Quixote, 2014 Descrição: XLVIII, 415 pISBN: 978-972-20-4011-2 Nome comum: Literatura portuguesa CDU: 821.134.3 Lista(s) em que este item aparece: Clube de Leitura - Silêncio que se vai ler! 2 (1º EB)
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Monografia
Biblioteca IPBeja
821.134.3/BAR (Ver prateleira) Emprestado 2017-04-17 44957

Índice
BREVE INTRODUÇÃO, p. XV
PRÉ-PREFÁCIO
(leitura breve por excesso de cuidado), p. XXVII
PREFÁCIO
(leitura longa e descuidada), p. XXXI
NOVAS CARTAS PORTUGUESAS, p. 1
Primeira Carta I, p. 3
Segunda Carta I, p. 4
Terceira Carta I, p. 6
Teresa, p. 8
Isabel, p. 9
Fátima, p. 11
Isabel, p. 15
Isabel, p. 17
Senhora, p. 18
Primeira Carta II, p. 20
Segunda Carta II, p. 23
Terceira Carta II, p. 26
Eis-nos, p. 30
Primeira Carta III, p. 32
A Paz, p. 36
Segunda Carta III, p. 38
Mensagem de invenção de Mariana Alcoforado, p. 40
Terceira Carta III, p. 41
Proposta de mim ao trio, p. 43
Brinco de Freira, p. 44
Cantiga de Mariana Alcoforado a Sua Mãe, p. 46
Sela e Cela, p. 48
Bilhete de Mariana Alcoforado ao cavaleiro de Chamilly, p. 50
Carta de Mariana Alcoforado a sua Mãe, p. 51
Carta encontrada entre as páginas de um dos missais de
Mariana Alcoforado, p. 54
Cantiga de Mariana Alcoforado à maneira de lamento, p. 56
A freira sangrenta, p. 58
Primeira Carta IV, p. 66
Segunda Carta IV, p. 67
Lamento de Mariana Alcoforado para Dona Brites, p. 71
Primeira Carta V, p. 75
Terceira Carta IV, p. 79
Carta do cavaleiro de Chamilly a D. Mariana Alcoforado, freira em Beja, p. 84
Alba, p. 89
ALBA, p. 92
Conversa do cavaleiro de Chamilly com Mariana Alcoforado à maneira de saudade, p. 94
Segunda Carta V, p. 96
Primeira Carta VI, p. 100
Carta de uma mulher de nome Maria Ana, da aldeia de Carvalhal, pertencente à freguesia de Oliveira de Fráguas do concelho de Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro, a seu marido de nome António, emigrado no Canadá há doze anos, na cidade de Kitimat, na Costa Oriental, frente às Ilhas da Rainha Carlota e perto da fronteira do Alaska, p. 104
POEMA ESCRITO EM LÍNGUA PORTUGUESA PELO SENHOR DE CHAMILLY NO ANO DA GRAÇA DE MIL SEISCENTOS E SETENTA, p. 107
Intimidade, p. 108
Poema que o cavaleiro de Chamilly enviou no dia da sua partida à freira Maríana Alcoforado, p. 111
Monólogo para mim a partir de Mariana, seguido de uma pequena carta, p. 112
Carta de uma mulher chamada Mariana, nascida em Beja, para uma mulher de nome Maria, ama de sua filha Ana, p. 115
A Mãe, p. 117
Carta de Mariana, sobrinha de Mariana Alcoforado, deixada entre as folhas do seu diário, para publicação após a sua morte, à guisa de resposta a M. Antoine de Chamilly, p. 120
(por virtude do muito imaginar), p. 125
Carta parva VI, p. 127
O PAI, p. 129
Três meninas outras três, p. 131
Carta de D. Joana de Vasconcelos para Mariana Alcoforado freira no Convento de Nossa Senhora da Conceição em Beja, p. 134
GUERRA, p. 138
Extractos do diário de D. Maria Ana, descendente directa de D. Mariana sobrinha de D. Mariana Alcoforado, e nascida por volta de 1800, p. 139
Resposta de Mariana Alcoforado, freira em Beja, a D. Joana de Vasconcelos, p. 144
Relatório Medico-Psiquiátrico sobre o estado mental de Mariana A., p. 147
Carta de D. Joana de Vasconcelos para o cavaleiro de Chamilly, na véspera da partida deste para França, p. 150
Carta de D. Joana de Vasconcelos para Mariana Alcoforado, p. 153
Carta de Soror Mariana Alcoforado, freira em Beja, a seu primo menor D. José Maria Pereira Alcoforado, p. 155
Bilhete em envelope lacrado com o sinete dos Alcoforados e dirigido a sua prima Mariana por D. José Maria Pereira Alcoforado na madrugada em que seu corpo foi achado enforcado na maior figueira da cerca da casa de seus pais, p. 159
Poema de D. José Maria Pereira Alcoforado, datado da madrugada de seu suicídio, p. 160
Carta de Maio Amor e Carta Mor, p. 161
Monólogo de uma mulher chamada Maria, com a sua patroa, p. 163
De como pode a morte ser mais fácil do que o amor. Ou lamento de Mónica e Maria, p. 165
O Cárcere, p. 169
Carta de Mariana Alcoforado para seu cunhado o Conde de C., p. 172
O Corpo, p. 175
Carta de um homem chamado José Maria para António, seu amigo de infância, p. 177
DE PAREDES E FLORES, p. 179
Carta enviada a Mariana Alcoforado, por sua ama Maria, p. 180
Carta encontrada num envelope lacrado entre os papéis de D. Maria das Dores Alcoforado, p. 183
Primeira Carta VII, p. 186
Carta de uma universitária de Lisboa de nome Mariana a seu noivo (?) António em parte incerta, p. 188
Texto sobre a solidão, p. 191
Carta escrita por Mónica M. na manhã do seu suicídio, a D. Joana de Vasconcelos, p. 194
Terceira Carta V, p. 197
Extractos do diário de Ana Maria, descendente directa da sobrinha de D. Maria Ana, e nascida em 1940, p. 198
Mónica, p. 206
Bilhete que Mónica M. deixou a D. José Maria Pereira Alcoforado, p. 209
Papel encontrado entre as páginas de um livro pertencente a D. José Maria Pereira Alcoforado, p. 210
A Filha, p. 212
De manhã Mariano; de tarde, não , p. 214
Carta de um homem de nome António, emigrado no Canadá há doze anos na cidade de Kitimat, na Costa Oriental, frente às Ilhas da Rainha Carlota e perto da fronteira do Alaska, a sua mulher de nome Maria Ana, da aldeia do Carvalhal, pertencente à freguesia de Oliveira de Fráguas, do concelho de Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro, p. 216
Carta de um soldado chamado António para uma rapariga chamada Maria a servir em Lisboa, p. 218
Segunda Carta VIII, p. 220
Sonnets from the Portuguese, Elizabeth Barrett Browníng, 1856, p. 223
Redacção de uma rapariga de nome Maria Adélia nascida no Carvalhal e educada num asilo religioso em Beja, p. 225
Redacção de uma menina de Lisboa, de nome Mariana, aluna da quarta classe de um estabelecimento de ensino dirigido por religiosas, p. 229
A Luta, p. 231
I JOGO, p. 236
Ditos de mulher e homem, p. 239
MAGNIFICAT, p. 241
Carta de uma mulher de nome Maria para sua filha Maria Ana a servir em Lisboa, p. 244
Texto de honra ou de interrogar, escrito por uma mulher de nome Joana, p. 247
Adultério: infidelidade conjugal, p. 251
Dois poemas encontrados entre os papéis de Joana - escritos com sua letra, p. 253
Poema encontrado entre os papéis de Mónica M. escrito e emendado com sua letra, p. 255
Carta de uma mulher de nome Joana, para um homem de nome Noel, francês de nascimento, p. 256
Carta de um escriturário, em África, para sua mulher de nome Mariana a viver em Lisboa, p. 258
VI e última carta de D. Mariana Alcoforado, freira em Beja, ao cavaleiro de Chamilly, escrita no dia de Natal do ano da graça de mil seiscentos e setenta e um, p. 260
Primeira carta última e provavelmente muito comprida e sem nexo (I), p. 263
Balada do mal real, p. 265
Poema encontrado entre os papéis de Mónica, assinado por D. José Maria Pereira Alcoforado, p. 267
Poema de uma mulher chamada Mariana, morta por suicídio em 11 de Agosto de 1971, p. 269
Poema do amor que resolve todas as diferenças, p. 270
Primeira carta última e provavelmente muito comprida e sem nexo (cont.), p. 272
Carta VIII, p. 274
Passamento, p. 277
D. Tareja final, p. 281
Elizabeth Regina III. p. 283
Segunda carta última, p. 284
Meu Poema de Amor à Maneira de Dedicatória, p. 290
Primeira carta última e de certeza muito comprida e sem nexo (te deum), p. 292
Poema de desprezo de uma mulher de nome Ana Maria, p. 296
Poema de amor de uma mulher de nome Mariana, morta em 11 de Agosto de 1971, p. 297
Isabel - Final - Irmã, p. 298
Final - Fátima - De Rosas, p. 299
Três fragmentos do diário de uma mulher de nome Mariana
morta em 11 de Agosto de 1971, p. 300
Poema encontrado no diário de urna mulher de nome Mónica, p. 303
Terceira carta última, p. 304
Meu texto de amor ou proposto de uma mulher, à maneira de monólogo, p. 305
NOTAS INTERTEXTUAIS E OUTRAS, p. 309
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, p. 408

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