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Política social e sociologia / coord. Óscar Soares Barata

Secondary Author: Barata, Óscar Soares Publication: Lisboa : Universidade Técnica de Lisboa, 2010 Description: 560 p.ISBN: 978-989-646-019-8Topical name: Políticas sociais | Sociologia | Pobreza | Assistência social | Igualdade de direitos CDU: 364 List(s) this item appears in: Serviço social
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Monografia
Biblioteca IPBeja
364/POL (Browse shelf) Available 42015

Índice
Conteúdo, p. 3
Prefácio, p. 5
A QUESTÃO DA POBREZA
Sumário, p. 9
I. A luta contra a pobreza objectivo primeiro da política social
.1. Conceitos, p.. 10
.2. Indicadores de rendimentos e salários, p. 12
.3. Indicadores do risco de pobreza, p. 19
.4. Indicadores da situação quanto à saúde, p. 26
.5. Outros indicadores do nível e da qualidade de vida, p. 30
II. O Poor Law Report de 1834
II.1 A revisão da política relativa à assistência aos pobres, p. 35
II.2. As distorções do sistema e os abusos instituídos, p. 36
II.3. A necessidade de corrigir as práticas existentes, p. 42
II.4. As recomendações da Comissão, p. 47
II.5. A contestação popular ao novo regime de assistência aos
pobres, p. 56
III. A nova visão da sociedade de Robert Owen
III.1.Empresário inovador nas relações com o pessoal da sua fábrica, p. 58
III.2. A defesa do emprego dos mesmos métodos à escala nacional, p. 69
III.3. A defesa de novas regras para organizar o trabalho nas fábricas, p. 73
III.4 Propostas sobre o modo de enfrentar o desemprego e a
pobreza, p. 80
III.5. O Report to the County of New Lanark, p. 92
III.6.O Owenismo, p. 97
Hermano Carmo
RUMOS DA INTERVENÇÃO SOCIAL COM GRUPOS NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
Sumário, p. 103
I. Introdução (em jeito de continuação, p. 104
II. Rumos Actuais da Intervenção Social com Grupos, p. 105
II.1 Duas perspectivas epistemológicas em confronto, p. 105
II.2. Génese e rumos actuais, p. 107
II.2.1.O caldo de cultura, p. 108
II.2.2. Raízes do presente, p. 118
II.2.3. Evolução recente, p. 122
II. 3. A investigação e o ensino da ISG no início do século XXI, p. 128
II.3.1.Tendências da investigação, p. 129
II.3.2.Tendências do ensino, p. 140
III. Análise de uma aplicação: a ISG em projectos com crianças de rua, p. 154
III.1. As crianças em situação de rua, p. 155
III.1.1.Conceitos e estimativas, p. 155
III.1.2.A comunidade de residência da criança de rua, p. 159
III.1.3. A zona de fuga, p. 162
III.1.4.Práticas de intervenção, p. 163
III.1.5.Um modelo de intervenção emergente das boas práticas, p. 167
III.2. . Aplicação da ISG em projectos com crianças de rua, p. 172
III.2.2.A diversidade etária, p. 172
II.2.2.Estratégias específicas, p. 173
IV. Conclusão, p. 177
V. Bibliografia, p. 178
POLÍTICA SOCIAL EUROPEIA:
"DO DESEMPREGO E DA EXCLUSÃO, LIVRAI-NOS SENHORA!"
Sumário, p. 189
Resumo, p. 190
I. Introdução, p. 191
II. Perspectiva histórica, p. 193
II.1. Da Comunidade Económica Europeia à União Europeia, p. 193
II.1. O Tratado de Roma e a criação da Comunidade Económica Europeia (1957), p. 193
O Conselho Europeu de Fontainbleu (1984) e o dinamismo da nova Comissão
Comissão Europeia presidida por Jacques Delors, p. 195
II.1.3.O Acto Único Europeu (1987), p. 197
II.1.4.A Carta Comunitária dos Direitos Sociais Fundamentais dos Trabalhadores (1989), p. 198
II.2.. Anos 90: o renascer da política social, p. 199
II.2.1. O Tratado de Maastricht (1992) e o Acordo relativo à Política Social, p. 199
II.2.2. Os Livros Verde e Branco da Política Social, p. 201
II.2.3.Os Fóruns de Política Social Europeia e o relatório do
Comité de Sábios (1996), p. 202
II.2.4. O tratado de Amsterdão (1997) e o início da Estratégia
Europeia de emprego, p. 203
II.3. A política social no início do século XXI, p. 205
III. Dois grandes desafios: emprego e inclusão, p. 211
lll.l.. Pelo emprego, p. 211
III.1.1. Uma fase de formulação das políticas, p. 213
III.1.2. Uma fase de revisão da execução das políticas, p. 213
III.2. Pela inclusão social, p. 216
IV. Conclusões, p. 211
V. Bibliografia, p. 223
Maria José da Silveira F. Núncio MÃES SÓS: CONSIDERAÇÕES SOBRE
A MONOPARENTALIDADE FEMININA, p. 225
Maria do Rosário Amaro da Costa
FAMÍLIA, SOCIEDADE, ESTADO-INTERFACES, p. 237
O ANTÓNIO E AS DROGAS: ESTUDO DE CASO
Sumário, p. 245
I. Introdução, p. 246
II. A Transição, p. 248
II.1. Entre a adolescência e o estado adulto, p. 248
II.2. Entre o consumo ocasional e o consumo regular de drogas, p. 251
II.3. O meio social: entre o rural e o urbano, p. 253
III. O Caso do António, p. 255
III.1. O Contexto, p. 255
III.2. O António, p. 259
III.3. O consumo de drogas, p. 263
III.4. A família, p. 278
III.5. Orneio, p. 288
III. Nota conclusiva, p. 295
IV. Bibliografia, p. 299
DA VIOLÊNCIA NA TELEVISÃO À INFLUÊNCIA NAS CRIANÇAS
Sumário, p. 301
I. Cultura da hipnose televisiva nas crianças, p. 301
II. A visibilidade e os tipos de violência, p. 306
III. Síntese conclusiva, p. 311
IV. Bibliografia, p. 312
ONDE É QUE O PERCURSO DA VITIMOLOGIA SE CRUZA COM A POLÍTICA SOCIAL?
Sumário, p. 317
I. Introdução, p. 318
II. A Vitimologia - uma sub-disciplina da Criminologia, p. 318
II.1. A Criminologia, p. 318
11.2. A Vitimologia, p. 319
11.3. A Valorização da Vítima no seio da Criminologia, p. 321
11.4. O Desenvolvimento da Vitimologia, p. 323
II.5. O desenvolvimento da Criminologia favorecido pelo estudo da
vítima, p. 328
11.5.1. Abordagens teóricas dirigidas ao Contexto Criminal, p. 329
11.5.2. Abordagens teóricas dirigidas à Vítima, p. 334
11.6. A emergência de novas áreas de estudo, p. 338
11.6.1. A prevenção do crime centrada na vítima, p. 338
11.6.2. O Medo do Crime, p. 340
III. O Domínio da Vitimologia Aplicada, p. 341
IV. A Prestação de Ajuda às Vítimas, p. 346
IV.l. A protecção das vítimas, p. 346
IV.2. A indemnização das Vítimas, p. 348
V. A vítima e a Política Social, p. 351
VI. Conclusões, p. 352
VII. Bibliografia, p. 354
SISTEMA PENAL, PRISÃO PREVENTIVA E SEGREDO DE JUSTIÇA, p. 357
A EDUCAÇÃO E OS MEIOS TELEMÁTICOS E MULTIMEDIA
Sumário, p. 381
I. Preâmbulo, p. 382
II. Uma Investigação Sobre o e-Learning, p. 382
III. O Contexto Nacional, p. 390
IV. O Impacto das Novas Tecnologias, p. 393
V. Alguns Casos de Sucesso, p. 395
VI. O e-Learning no Ensino Superior, p. 403
VII. O Professor, a Essência de um Processo, p. 409
VIM. Bibliografia, p. 410
EMPRESAS, PESSOAS E QUALIDADE
Sumário, P. 411
I. A Avaliação da Qualidade, P. 411
II. As Pessoas e as Empresas, P. 414
II.1.Pessoas e Qualidade, P. 415
II.2. A Qualidade das Empresas, P. 417
III. Algumas Reflexões, P. 420
TRABALHO, NOVAS COMPETÊNCIAS E INTEGRAÇÃO SOCIAL
Sumário, p. 425
I. Eu sou o que faço, p. 425
II. Competências emergentes num mercado de trabalho em constante
mudança, p. 428
III. Desigualdades no acesso ao mercado de trabalho, p. 430
IV. Serviços de Proximidade: uma oportunidade para a integra
ção?, p. 436
V. Bibliografia, p. 437
O DESENVOLVIMENTO LOCAL E A EXTENSÃO RURAL, p. 441
PRINCÍPIOS GERAIS DA ACTIVIDADE ADMINISTRATIVA
Sumário, p. 447
I. Considerações Gerais, p. 448
II. Os Princípios Gerais da Actividade Administrativa, p. 451
III. Densificação dos Princípios que Enformam e Envolvem a Vida
da Administração Pública, p. 453
lll.l. Princípio da prossecução do interesse público e da protecção
dos direitos e interesses do cidadão, p. 453
III.2. Princípio da procedimentalização, p. 456
III.3. Princípio da subordinação ao direito. Princípio nomocrático, p. 459
III.4. Princípio da justiça em sentido amplo e estrito, p. 462
III.5. Princípio da Igualdade, p. 463
III.6. Princípio da Proporcionalidade, p. 468
III.7. Princípio da Imparcialidade (artigos 3.9 a 12.9) e garantias de da
mesma (art. 44.e a 51.5 do CPA), p. 468
III.8. Princípio da Boa-Fé, p. 472
III.9. Princípio da Decisão, p. 473
III.10.Princípio da Gratuitidade, p. 473
III.11.Princípio da Colaboração da Administração com os Particulares, p. 474 ¬
III.11.Princípio da sujeição ao controlo dos órgãos jurisdicionais a quem cabe a sua aplicação imparcial, p. 474
III.13.Princípio da responsabilização e garantia patrimonial, p. 480
III.10. Princípio da transparência, p. 491
IV. Bibliografia, p. 499
A CONCEPÇÃO DO HOMEM EM ANTROPOLOGIA, p. 503
O DIREITO AO DESENVOLVIMENTO
Sumário, p. 531
I. Os Direitos Humanos, p. 533
II. O Desenvolvimento Humano, p. 544
II.I índice de Desenvolvimento Ajustado ao Género (IDG), p. 548
II.2. Medida de participação segundo o género (MPG), p. 548
III. Direitos Humanos, Desenvolvimento Humano e Política Social, p. 553

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