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Investigação por questionário / Manuela Magalhães Hill , Andrew Hill

Main Author: Hill, Manuela Magalhães Coauthor: Hill, Andrew Edition: 2ª ed. revista e corrigida Publication: Lisboa : Sílabo, 2002 Description: 377 p.ISBN: 972-618-273-5Topical name: Investigação | Questionarios CDU: 303.8 List(s) this item appears in: Educação e Comunicação Multimédia
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Monografia
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303.8/HIL (Browse shelf) Checked out 2009-11-23 34555

Turismo Estatística Aplicada ao Turismo 1º Ano / 1º Semestre

Monografia
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Índice

PREFÁCIO, p. 15

PARTE 1
Introdução à Investigação
CAPÍTULO 1 — A natureza da investigação empírica
1.1. Tipos de investigação empírica, p. 19
1.2. O processo de investigação empírica, p. 20
1.3. A escolha de um tema: princípios gerais, p. 22
1.4. Passos para a escolha do tema, p. 23
1.5. A revisão da literatura, p. 25
1.5.1. Descrição, avaliação e comparação das teorias, p. 25
1.5.2. A descrição, avaliação e comparação dos trabalhos empíricos, p. 28
1.5.3. Tipos de trabalho empírico, p. 31
1.6. O planeamento da investigação empírica, p. 32
1.7. As relações entre as hipóteses, os métodos de investigação e os métodos para analisar dados, p. 32
CAPÍTULO 2 — Amostragem
2.1. Definições: o universo e a amostra, p. 41
2.1.1. O Universo, p. 41
2.1.2. A amostra, p. 42
2.2. Os métodos formais de amostragem, p. 45
2.2.1. Os métodos de amostragem casual, p. 45
2.2.1.1. O método de amostragem aleatória simples, p. 45
2.2.1.2. O método de amostragem aleatória sistemática, p. 46
2.2.1.3. O método de amostragem estratificada, p. 46
2.2.1.4. O método de amostragem por clusters, p. 49
2.2.2. Os métodos de amostragem não-casual, p. 49
2.2.2.1. O método de amostragem por conveniência, p. 49
2.2.2.2. O método de amostragem por quotas, p. 50
2.2.3. O problema da representatividade de uma amostra reduzida, p. 51
2.3. O tamanho da amostra, p. 52
2.3.1. «O caminho do esforço mínimo», p. 53
2.3.2. A estimação por meio das «Regras do polegar» (Rules of thumb), p. 54
2.3.3. A estimação por meio da análise da potência, p. 58

PARTE 2
A Construção de um Questionário
CAPÍTULO 3 — O estudo preliminar
3.1. Um estudo preliminar para auxiliar a elaboração de um questionário novo, p. 69
3.1.1. Um estudo preliminar para confirmar uma investigação na literatura, p. 70
3.1.2. Um estudo preliminar para estender uma investigação apresentada na literatura, p. 74
3.2. Um estudo para testar um questionário que já existe, p. 76
3.2.1. Um estudo preliminar para verificar a relevância, clareza e compreensão das perguntas aplicadas
aos respondentes de um Universo novo, p. 78
3.2.2. Um estudo preliminar para traduzir e testar a tradução de um questionário, p. 78

CAPÍTULO 4 — A elaboração do questionário
4.1. O plano do questionário, p. 84
4.2. A primeira secção do questionário: as características dos casos, p. 87
4.2.1. Como medir as características dos casos, p. 88
4.3. Como escrever (e como não escrever) perguntas, p. 89
4.3.1. Objectivos gerais das perguntas, p. 89
4.3.2. Perguntas para solicitar factos, p. 90
4.3.3. Perguntas gerais e perguntas específicas, p. 91
4.3.4. Perguntas abertas e perguntas fechadas, p. 92
4.3.4.1. As vantagens e desvantagens das perguntas abertas
e das perguntas fechadas, p. 93
4.3.5. Extensão e clareza das perguntas, p. 95
4.3.6. Falhas vulgares a evitar, p. 96
4.3.6.1. Perguntas múltiplas, p. 96
4.3.6.2. Perguntas que usam uma mistura de conjunções e disjunções, p. 98
4.3.6.3. Perguntas não-neutras, p. 99
4.3.6.4. Perguntas indefinidas, p. 102

CAPÍTULO 5 — As respostas: escalas de medida
5.1. Escalas nominais, p. 106
5.1.1. Técnicas estatísticas para analisar respostas dadas numa escala nominal, p. 107
5.2. Escalas ordinais, p. 108
5.2.1. Técnicas estatísticas para analisar respostas dadas numa escala ordinal, p. 110
5.3. Escalas de intervalo, p. 112
5.3.1. Técnicas estatísticas para analisar respostas feitas numa escala de intervalo, p. 114
5.4. Escalas de rácio, p. 114
5.4.1. Técnicas estatísticas para analisar respostas feitas numa escala de rácio, p. 115
5.5. A diferença entre «escalas de avaliação» e escalas de intervalo ou rácio, p. 116

CAPÍTULO 6 — As respostas: tipos e problemas
6.1. Respostas alternativas nas «escalas de avaliação», p. 119
6.1.1. Tipos gerais de respostas alternativas, p. 120
6.1.2. Respostas alternativas — o tipo «resposta do alfaiate», p. 121
6.1.3. As vantagens e desvantagens das respostas alternativas gerais
e das respostas alternativas «do alfaiate», p. 122
6.1.4. O número de respostas alternativas, p. 123
6.1.4.1. O número de respostas alternativas — par ou ímpar?, p. 126
6.2. Problemas com as respostas alternativas, p. 127
6.2.1. Confusão nos tipos de resposta alternativa, p. 127
6.2.2. Gama de respostas alternativas demasiado restrita, p. 128
6.2.3. Respostas alternativas sem descrições, p. 128
6.2.4. Respostas alternativas parcialmente descritas, p. 129
6.3. A resposta «não sei», p. 131
6.4. Perguntas que permitem respostas múltiplas, p. 132

CAPÍTULO 7 — A construção de um questionário para medir uma variável latente
7.1. O que é uma variável latente?, p. 135
7.2. Como medir uma variável latente através de um questionário, p. 137
7.3. Fiabilidade, p. 141
7.3.1. Definição técnica de fiabilidade, p. 144
7.3.2. Métodos para estimar a fiabilidade, p. 144
7.3.4. Comparação dos coeficientes de fiabilidade, p. 148
7.4. Validade, p. 149
7.4.1. Tipos de validade, p. 150
7.4.1.1. Validade de conteúdo, p. 150
7.4.1.2. Validade teórica, p. 151
7.4.1.3. Validade prática, p. 152
7.5. Fiabilidade de perguntas, p. 155
7.5.1. A fiabilidade de uma pergunta fechada, p. 155
7.5.2. A fiabilidade da uma pergunta aberta (fiabilidade de concordância), p. 156

CAPÍTULO 8 — Preparação final do questionário
8.1. A introdução do questionário, p. 161
8.2. O «layout» do questionário, p. 163
8.2.1. Clareza e tamanho do questionário, p. 163
8.2.2. As secções e as perguntas do questionário, p. 163
8.2.3. Instruções, p. 164
8.3. A aparência estética do questionário, p. 165
8.4. A verificação final do questionário, p. 166

Parte 3
A Análise dos Dados
CAPÍTULO 9 — A criação de um ficheiro de dados para as análises estatísticas
9.1. Preparações preliminares, p. 170
9.2. A definição das variáveis no computador, p. 175
9.3. A inserção dos dados, p. 185

CAPÍTULO 10 — A natureza da análise estatística
10.1. Classificação das técnicas estatísticas, p. 192
10.1.1. Técnicas paramétricas e técnicas não-paramétricas, p. 195
10.1.2. Técnicas que avaliam diferenças entre amostras, p. e técnicas que avaliam relações entre variáveis, p.195
10.1.2.1. Diferenças entre amostras, p. 196
10.1.2.2. Relações entre variáveis, p. 202
10.1.5. Técnicas univariadas, bivariadas e multivariadas, p. 205
10.1.5.1. Técnicas univariadas, p. 205
10.1.5.2. Técnicas bivariadas, p. 206
10.1.5.3. Técnicas multivariadas, p. 206
10.2. Como escolher a técnica estatística adequada, p. 210

CAPÍTULO 11 — Alguns problemas com a análise de dados
11.1. O agrupamento de casos, p. 215
11.1.1. Partição pelo valor médio da variável que se pretende agrupar, p. 216
11.1.2. Partição pela mediana, p. 217
11.1.3. O método dos «grupos extremos», p. 218
11.2. Problemas com correlações do tipo Pearson (r), p. 219
11.2.1. O problema da não-linearidade, p. 219
11.2.2. O significado estatístico e o significado prático
do coeficiente de correlação, p. 220
11.3. Problemas relacionados com o Qui-quadrado (x2), p. 220
11.3.1. Que Qui-quadrado utilizar?, p. 220
11.3.2. O problema das frequências esperadas pequenas, p. 222
11.3.3. Qui-quadrado e percentagens, p. 222
11.3.4. Um Qui-quadrado fora do usual, p. 223
11.4. Teste t e comparações múltiplas, p. 225
11.5. A análise de componentes principais e a análise factorial, p. 226
11.6. Problemas ligados com análises multivariadas, p. 227
11.6.1. O número de casos e o número de variáveis, p. 227
11.6.2. O problema dos pressupostos, p. 227
11.6.3. A importância da «validação cruzada», p. 228
11.7. A normalidade da distribuição de uma variável, p. 231
11.7.1. Histograma, p. 232
11.7.2. «Normal probability plot», p. 233
11.7.3. Testes estatísticos, p. 234
11.7.4. Distribuição multivariada normal, p. 235
11.8. Problemas com os pressupostos das técnicas estatísticas, p. 235
11.8.1. Ausência de distribuição normal, p. 236
11.8.2. Falta de homogeneidade de variância, p. 237
11.8.3. Falta de linearidade, p. 238
11.8.4. O problema da multicolinearidade e de variáveis categóricas em regressão múltipla, p. 239

Parte 4
A Aplicação e Interpretação
das Técnicas Estatísticas: Um Exemplo

CAPÍTULO 12 — Um caso de absentismo numa empresa
12.1. A natureza do problema, p. 244
12.1.1. O primeiro passo, p. 244
12.1.2. O segundo passo, p. 245
12.2. O questionário, p. 246
12.2.1. A codificação dos dados, p. 249
12.3. As hipóteses gerais da investigação, p. 250
12.3.1. As hipóteses operacionais da investigação, p. 250
12.4. A dimensão da amostra, p. 252
12.5. As análises de dados preliminares, p. 253
12.5.1. O problema da representatividade, p. 253
12.5.2. A falta de dados, p. 255
12.5.2.1. Como saber se há falta de dados, p. 255
12.5.2.2. Como tratar o problema de falta de dados, p. 257
12.5.3. As estatísticas preliminares da investigação, p. 259

CAPÍTULO 13 — Os testes das hipóteses operacionais
13.1. A hipótese operacional 1.1, p. 266
13.1.1. Verificação dos pressupostos, p. 266
13.1.2. O teste da hipótese operacional 1.1, p. 269
13.1.3. Conclusão sobre a HO 1.1, p. 274
13.2. Hipótese operacional 1.2, p. 274
13.2.1. Verificação dos pressupostos, p. 274
13.2.2. O teste da hipótese operacional 1.2, p. 275
13.2.3. Conclusões sobre a HO 1.2, p. 282
13.3. Hipótese operacional 2, p. 282
13.3.1. Verificação dos pressupostos, p. 282
13.3.2. O teste da hipótese operacional 2, p. 284
13.3.3. Conclusões sobre a HO 2, p. 285
13.4. Hipótese operacional 2(a), p. 285
13.4.1. Verificação dos pressupostos, p. 285
13.4.2. O teste da hipótese operacional 2(a), p. 287
13.4.3. Conclusões sobre a HO 2(a), p. 288
13.5. Hipótese operacional 2(b), p. 288
13.6. Hipótese operacional 2(c), p. 289
13.6.1. A verificação dos pressupostos, p. 289
13.6.2. O teste da hipótese operacional 2(c),p. 292
13.6.3. Conclusões sobre a HO 2(c), p. 293
13.7. Hipótese operacional 3, p. 294
13.7.1. O teste da hipótese operacional3, p. 294
13.7.2. Verificação dos pressupostos da regressão múltipla, p. 298
13.7.3. Validação cruzada dos resultados da regressão, p. 301
13.7.4. Conclusões sobre a HO 3, p. 303
13.8. Hipótese operacional 3(a), p. 303
13.8.1. Grupo dos trabalhadores da secção de embalagem (N = 30), p. 303
13.8.2. Grupo das mulheres da secção de produção (N = 40), p. 304
13.8.3. Grupo dos homens da secção de produção (N = 30), p. 306
13.8.4. Conclusões sobre HO 3(a), p. 307
13.9. Conclusões finais, p. 307

CAPÍTULO 14 — Uma avaliação crítica do exemplo
14.1. A análise inicial do problema, p. 312
14.2. O tamanho da amostra, p. 313
14.3. A análise factorial para testar HO 1.2, p. 314
14.4. O teste da Hipótese Operacional 2(c), p. 318
14.5. O teste da Hipótese Operacional 3, p. 318
14.6. Hipótese Operacional 3(a): A falta de algumas análises, p. 325
14.7. Como resolver o problema de absentismo no exemplo?, p. 331 

CAPÍTULO 15 — O relatório sobre a investigação
15.1. O processo de comunicação, p. 334
15.1.1. Tipos de comunicação, p. 336
15.1.2. «Ruído» numa comunicação por relatório escrito, p. 336
15.2. As componentes de um relatório escrito, p. 339
15.2.1. O índice, p. 340
15.2.2 O resumo, p. 340
15.2.3. A introdução, p. 341
15.2.4. A revisão da literatura, p. 342
15.2.5. Os métodos da investigação, p. 348
15.2.6. Os resultados, p. 354
15.2.7. A discussão, p. 362
16.2.8. As referências, p. 368
15.2.9. Os anexos, p. 369

ANEXO, p. 371

BIBLIOGRAFIA, p. 375

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