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Produtividade dos solos e ambiente / Amarilis de Varennes

Main Author: Varennes, Amarilis de Publication: Lisboa : Escolar, 2003 Description: 490 p.ISBN: 972-592-156-9Recommended bibliographic: Culturas regadas (CTeSP) - Solos e clima - Nutrição vegetal e fertilização - 1º ano | Agropecuária mediterrânica (CTeSP) - Nutrição vegetal e fertilização - Solos e clima - 1º ano | Engenharia do Ambiente (Licenciatura) - Poluição e Descontaminação de Solos - 3º ano CDU: 624.131.3 Online Resources: Acesso livre Informação adicional
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ÍNDICE :
PREFÁCIO, p.l
CAPÍTULO l - NUTRIENTES VEGETAIS, p.7
1.1. Soluções nutritivas, p.9
1.2. Critérios de essencialidade, p.11
1.3. Classificação dos nutrientes vegetais, p.13
1.3.1. Critério fisiológico, p.13
1.3.2. Critério quantitativo, p.15
1.4. Elementos benéficos, p.16
1.5. Outros elementos, p.16
CAPÍTULO 2 - COMPOSIÇÃO DO SOLO, p.19
2.1. Matriz do solo, p.21
2.1.1. Textura do solo, p.21
2.1.2. Substâncias minerais, p.25
2.1.2.1. Minerais argilosos, p.26
2.1.2.2. Óxidos e hidróxidos de ferro, alumínio e manganésio, p.32
2.1.2.3. Carbonatos, sulfatos e cloretos, p.32
2.1.3. Matéria orgânica, p.33
2.1.3.1. Organismos do solo, p.34
2.1.3.2. Húmus, p.42
2.2. Solução do solo, p.48
2.2.1. A água no solo, p.48
2.2.2. Os nutrientes na solução do solo, p.51
2.3. Atmosfera do solo, p.53
2.4. Formação e classificação dos solos, p.54
2.4. l. Pedogénese, p.54
2.4.2. Horizontes do solo, p.56
2.4.3. Camada arável e subsolo, p.58
2.4.4. Classificação FAO, p.59
CAPÍTULO 3 -PROPRIEDADES DO SOLO, p.65
3.1. Propriedades físicas, p.65
3.1.1. Core temperatura, p.65
3.1.2. Consistência, p.67
3.1.3. Compressibilidade e compacidade, p.68
3.1.4. Textura, estrutura, densidade aparente e porosidade, p.69
3.1.4.1. Gestão da estrutura do solo, p.74
3.2. Propriedades químicas, p.77
3.2.1. Adsorção, p.77
3.2.1.1. Isotérmicas de adsorção, p.78
3.2.1.2. Tipos de adsorção, p.79
3.2.1.2.1. Troca catiónica, p.80
PRODUTIVIDADE DOS SOLO E AMBIENTE
3.2.1.2.2. Fixação de catiões, p.85
3.2.1.2.3. Troca aniónica, p.86
3.2.1.2.4. Co-adsorção, p.86
3.2.1.2.5. Troca de ligando, p.
3.2.1.2.6. Quelatação, p.89
3,2.2. Reacção do solo, p.92
3.2.2.1. Tipos de acidez, p.95
3.2.2.2. Poder tampão, p.97
3.2.2.3. Efeitos da reacção do solo no crescimento vegetal,p.98
3.2.2.4. Correcção da reacção do solo, p.102
3.2.3. Halomorfismo, p.106
3.2.3.1. Qualidade da água de rega, p.11
3.2.4. Potencial de oxidação-redução dos solos, p.115
CAPÍTULO 4-TRANSPORTE E ABSORÇÃO DE NUTRIENTES, p.121
4.1. Movimento dos nutrientes no solo, p.121
4.1.1.Fluxo de massa, p.122
4.1.2.Difusão, p.123
4.1.3. Intercepção radicular, p.127
4.2. Raízes, p.127
4.2.1. Morfologia das raízes, p.132
4.2.2. Rizosfera, p.135
4.3. Percurso radial dos nutrientes, p.135
4.4. Absorção de nutrientes, p.137
4.4.1. Proteínas de transporte, p.140
4.4.1.1. Bombas de iões, p.140
4.4.1.2. Transportadores, p.142
4.4.1.3. Canais iónicos, p.142
4.4.2. Velocidade de absorção, p.143
4.4.3. Balanço catiões-aniões e efeito no pH, p.145
4.4.4.lnteracção entre iões, p.146
4.4.5. Transporte no xilema, p.147
4.6. Transporte no floema, p.150
4.7. Remobilização de nutrientes, p.152
CAPÍTULO 5 – MACRONUTRIENTES NO SOLO, p.155
5.1. Ciclo do carbono, p.155
5.2. Mineralização e imobilização, p.157
5.3. Azoto, p.163
5.3.1. Destinos do ião amónio, p.164
5.3.1.1. Fixação nos minerais argilosos, p.164
5.3.1.2. Volatilização do amoníaco, p.165
5.3.1.3. Nitrificação, p.166
5.3.2. Destinos do ião nitrato, p.169
5.3.2.1. Lixiviação, p.170
5.3.2.2. Desnitrificação biológica, p.171
5.3.2.3. Desnitrificação química, p.174
5.3.3. Ciclo e balanço do azoto, p.174
5.3.3.1. Entradas de azoto, p.175
5.3.3.2. Saídas de azoto, p.176
5.3.4. Modelação do azoto nos solos, p.178
5.4. Fósforo, p.182
5.4.1. Fósforo orgânico, p.184
5.4.2. Fósforo inorgânico, p.185
5.4.2.1. Precipitação com ferro, alumínio e manganésio, p.186
5.4.2.2. Precipitação com cálcio, p.187
5.4.2.3. Adsorção a colóides minerais, p.187
5.4.3. Capacidade de retenção de fósforo, p.188
5.4.4. Práticas que aumentam a disponibilidade de fósforo, p.192
5.5. Enxofre, p.194
5.3.1. Enxofre orgânico, p.195
5.5.2. Enxofre mineral, p.196
5.5.3. Deposição a partir da atmosfera, p.197
5.5.4. Destinos do ião sulfato, p.198
5.6. Potássio, p.199
5.6.1. Destinos do ião potássio, p.204
5.7. Cálcio e magnésio, p.205
CAPÍTULO 6-MACRONUTRIENTES NA PLANTA, p.211
6.1. Hidrogénio, p.211
6.2. Carbono, p.211
6.3. Oxigénio, p.213
6.4. Azoto, p.216
6.4.1. Assimilação do azoto, p.217
6.4.2. Azoto amoniacal versus nítrico, p.220
6.4.3. Deficiência e excesso de azoto, p.222
6.4.4. Fixação biológica do azoto, p.226
Fósforo, p.232
6.5.1. Fósforo de reserva, p.234
6.5.2. Deficiência e excesso de fósforo, p.235
6.5.3. Formação de micorrizas, p.237
6.6. Enxofre,p.239
6.6.1. Deficiência e excesso de enxofre, p.242
6.7. Potássio, p.244
6.7.1.Deficiência e excesso de potássio, p.246
6.8. Cálcio, p.248
6.8.1. Deficiência e excesso de cálcio, p.250
6.9. Magnésio, p.251
6.9.1. Deficiência e excesso de magnésio, p.253
CAPÍTULO 7 – MICRONUTRIENTES, p.255
7.1. Micronutrientes catiões, p.257
7.1.1. Ferro, p.257
7.1.1.1. Deficiência e excesso de ferro, p.262
7.1.2. Manganésio, p.269
71.2.1. Deficiência e excesso de manganésio, p.270
7.1.3. Cobre, p.271
7.1.3.1.Deficiência e excesso de cobre, p.272
7.1.4. Zinco, p.273
7.1.4.1. Deficiência e excesso de zinco, p.275
7.1.5. Níquel, p.276
7.2. Micronutrientes aniões, p.277
7.2.1. Boro, p.277
7.2.1.1. Deficiência e excesso de boro, p.280
7.2.2. Molibdénio, p.282
7.2.2.1. Deficiência e excesso de molibdénio, p.283
7.2.3.Cloro, p.285
8.2. Silício, p.290
8.3. Cobalto, p.292
8.4. Outros elementos eventualmente benéficos, p.294
CAPÍTULO 9 -NUTRIENTES E PRODUÇÃO, p.295
9.1. Factores de crescimento, p.296
9.2. Modelos de crescimento, p.300
9.3. Resposta ao fornecimento de nutrientes, p.302
9.3.1. Curvas de resposta, p.305
9.3.2. Nutrientes e modelos de crescimento, p.308
CAPÍTULO 10 -RECOMENDAÇÕES DE FERTILIZAÇÃO, p.313
10.1. Recomendações a taxa fixa, p.316
10.2. Recomendações baseadas em análises de terras, p.320
10.2.1. Colheita de amostras de terra, p.322
10.2.2. Análise das amostras de terra, p.324
10.2.2.1. Azoto, p.326
10.2.2.2. Fósforo, p.327
10.2.2.3. Potássio, cálcio, magnésio e sódio, p.329
10.2.2.4. Micronutrientes e outros elementos vestigiais, p.329
10.2.3. Interpretação dos resultados e recomendação de fertilização, p.329
10.2.3.1. Princípio da suficiência, p.330
10.2.3.1.1. Método do azoto mineral, p.333
10.2.3.2. Princípio do enriquecimento e manutenção do solo, p.334
10.2.3.2.1. Limiar crítico, p.335
10.2.3.2.2. Classes e índices de fertilidade, p.337
10.3. Recomendações de fertilização baseadas na análise de plantas, p.343
10.3.1. Sintomas de deficiência e toxicidade dos nutrientes, p.345
10.3. 1.1. Deficiência, p.345
10.3.1.2. Toxicidade, p.348
10.3.2. Análise química de plantas, p.349
10.3.2.1. Colheita de amostras de plantas, p.352
10.3.2.2. Preparação e análise das amostras de plantas, p.354
10.3.2.3. Interpretação dos resultados e recomendações de fertilização, p.356
10.3.2.3.1. Limiares críticos de deficiência e de toxicidade, p.358
10.3.2.3.2. Gamas de concentrações adequadas, p.358
10.3.2.3.3. Monitorização de nutrientes, p.359
10.3.2.3.4. Concentrações óptimas obtidas pelas linhas fronteiras, p.360
10.3.2.3.5. Sistema integrado de diagnóstico e recomendação, p.362
10.3.3. Análise expedita de tecidos, p.366
CAPÍTULO 11-FERTILIZANTES E CORRECTIVOS, p.369
11.1. Pousio, p.370
11.2. Resíduos das culturas, p.370
11.3. Sideração, p.372
11.4. Fertilizantes orgânicos, p.373
11.4.1. Estrumes e chorumes, p.373
11.4.1.1. Gestão dos estrumes e chorumes, p.376
11.4.2. Biossólidos, p.378
11.4.3. Compostos, p.380
11.5. Adubos, p.381
11.5.1. Mistura de adubos, p.382
11.5.2. Unidades fertilizantes, p.384
11.5.3. Reacção fisiológica, p.384
11.5.4. Higroscopicidade, solubilidade e salinidade, p.385
11.5.5. Adubos azotados, p.387
11.5.5.1. Amoníaco, p.387
11.5.5.2. Sulfato de amónio, p.389
11.5.5.3. Nitrato de cálcio, p.389
11.5.5.4. Nitrato de amónio, p.390
11.5.5.5. Ureia, p.390
11.5.6. Adubos fosfatados, p.391
11.5.6.1. Superfosfatos, p.392
11.5.6.2. Dihidrogenofosfato e hidrogenofosfato de amónio, p.392
11.5.7. Adubos potássicos, p.393
11.5.7.1. Cloreto de potássio, p.393
11.5.7.2. Sulfato de potássio, p.393
11.5.7.3. Nitrato de potássio, p.394
11.5.8. Outros adubos compostos, p.394
11.5.9. Adubos especiais, p.394
11.5.9.1. Adubos com cálcio, magnésio ou enxofre, p.394
11.5.9.2. Adubos com micronutrientes, p.395
11.5.10. Adubos líquidos, p.396
11.5.11. Adubos orgânicos e organominerais, p.397
11.6. Correctivos, p.397
11.6.1. Correctivos alcalinizantes, p.398
11.6.2. Correctivos acidificantes, p.400
11.6.3. Correctivos condicionadores, p.402
11.7. Aplicação de fertilizantes e correctivos, p.403
11.7.1. Tipo de fertilizante a usar e época de aplicação, p.404
11.7.2. Técnicas de aplicação de fertilizantes, p.406
11.7.2.1. Aplicação a lanço, p.407
11.7.2.2. Aplicação localizada, p.408
11.7.2.3. Aplicação foliar, p.411
11.7.2.4. Aplicação à semente, p.412
11.7.3. Técnicas de aplicação de correctivos, p.413
11.8. Eficiência de uso dos nutrientes, p.413
11.8.1. Azoto, p.416
11.8.2. Fósforo, p.420

CAPÍTULO 12 - IMPACTOS AMBIENTAIS E REMEDIAÇAO DO SOLO, p.423
12.1. Principais fontes de contaminação, p.426
12.2. Nutrientes e sedimentos, p.427
12.2.1. Gestão integrada de nutrientes, p.428
12.2.2. Produção de estrumes em Portugal, p.431
12.2.3. Modificação da dieta animal, p.434
12.2.4. Níveis de nutrientes nas águas portuguesas, p.436
12.3. Organismos patogénicos, p.436
12.4. Elementos vestigiais, p.437
12.4.1. Toxicidade dos elementos vestigiais, p.438
12.4.2. Contaminação dos solos com elementos vestigiais, p.440
12.4.3. Ciclos biogeoquímicos, p.441
12.4.3.1. Arsénio, p.444
12.4.3.2. Cádmio, p.445
12.4.3.3. Chumbo, p.445
12.4.3.4. Crómio, p.446
12.4.3.5. Flúor, p.446
12.4.3.6. Mercúrio, p.447
12.4.3.7. Selénio, p.448
12.4.3.8. Elementos radioactivos, p.448
12.5. Compostos orgânicos, p.449
12.5.1. Destinos dos compostos orgânicos nos solos, p.451
12.5.2. Contaminação dos meios aquáticos, p.454
12.6. Perdas gasosas, p.455
12.7. Chuvas ácidas, p.458
12.8. Remediação dos solos, p.459
12.8.1. Contaminantes inorgânicos, p.460
12.8.2. Contaminantes orgânicos, p.462
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, p.467
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA, p.475
GLOSSÁRIO, p.477
APÊNDICE, p.487
ÍNDICE ALFABÉTICO, p.489

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