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Planificação de cuidados : um sistema integrado e personalizado / Margot Phaneuf ; trad. Nídia Salgueiro, Rui Pedro Salgueiro ; rev. Manuel Henriques Sameiro

Main Author: Phaneuf, Margot Secondary Author: Salgueiro, Nídia
Salgueiro, Rui Pedro
Sameiro, Manuel Henriques
Publication: Coimbra : Quarteto, 2001 Description: 428 pSeries: Enfermagem , 2ISBN: 972-8535-78-3Topical name: Planificação de cuidados | Cuidados de enfermagem | Modelo conceptual de enfermagem | Actividades da vida diária | Diagnóstico de enfermagem | Protocolos de cuidados | Ensino ao doente | Necessidades do doente | Dependência | Virginia henderson | Processo de enfermagem | Autonomia da enfermagem | Colheita de dados | Comunicação enfermeiro-doente | Relação de ajuda CDU: 616-083
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Monografia
Biblioteca IPBeja
616-083/PHA(R) (Browse shelf) Consulta local BIPB/ESENF 30273

Enfermagem Enfermagem Cirúrgica 2º Ano / 2º Semestre


Tít. orig.: La planification des soins : une système intégré et personnalisé

Índice

OS CONCEITOS FUNDAMENTAIS, p. 22
. A situação do sector de enfermagem no seio do sistema de cuidados, p. 25
. A planificação de cuidados: uma visão sistémica, p. 25
. Os fundamentos da planificação dos cuidados, p. 26
. Os três principais componentes do sistema de planificação de cuidados, p. 29
O MODELO CONCEPTUAL DE ENFERMAGEM, p. 31
. O modelo conceptual de enfermagem: uma representação da realidade, p. 33
. As vantagens da utilização de um modelo conceptual, p. 33
. Uma adaptação do modelo de Virgínia Henderson, p. 35
. Os conceitos de dependência / independência, p. 38
. As necessidades: definição, p. 39
. O objectivo dos cuidados, p. 41
. O alvo dos cuidados, p. 42
. Os conceitos de independência / dependência, p. 42
. Precauções na utilização de um modelo, p. 52
. A pessoa e a satisfação das suas necessidades, p. 52
. A dependência e o papel de doente, p. 57
. O modelo de Virgínia Henderson e o papel autónomo da enfermeira, p. 58
AS NECESSIDADES, p. 61
. de respirar, p. 63
. de beber e comer, p. 65
. de eliminar, p. 68
. de se mover e de manter uma boa postura, p. 70
. de dormir e repousar, p. 72
. de se vestir e despir, p. 73
. de manter a temperatura do corpo nos limites do normal, p. 74
. de estar limpo e cuidado, e proteger os seus tegumentos, p. 76
. de evitar os perigos, p. 77
. de comunicar com os seus semelhantes, p. 79
. de agir segundo as suas crenças e os seus valores, p. 81
. de ocupar-se com vista a realizar-se, p. 82
. de se divertir, p. 84
. de aprender, p. 85
O PROCESSO DE ENFERMAGEM: GENERALIDADES E VISÃO GLOBAL, p. 89
. O processo de enfermagem: noções de base, p. 92
. Definição do processo de enfermagem, p. 92
. As etapas do processo de enfermagem, p. 93
. Os objectivos do processo de enfermagem, p. 94
. As características do processo de enfermagem, p. 95
. As vantagens profissionais do processo de enfermagem, p. 96
. Os perigos que o processo de enfermagem permite evitar, p. 97
. As ligações entre o processo de enfermagem, o método de resolução de problemas e o método científico, p. 98
. O empenhamento profissional e a autonomia da enfermeira, p. 102
. A autonomia e as relações profissionais, p. 105
. Os papeis e funções da enfermeira, p. 105
. O processo de enfermagem e os fios condutores do programa de formação em enfermagem, p. 107
. Os propósitos da prática de enfermagem, p. 111
A COLHEITA DOS DADOS, ETAPA 1 DO PROCESSO DE ENFERMAGEM, p. 117
. A colheita dos dados, p. 119
. As fontes de informação, p. 126
. A confidencialidade, p. 129
. A qualidade dos dados recolhidos, p. 133
. As etapas da entrevista, p. 134
. A utilização de uma grelha de observação ou de um instrumento de colheita dos dados, p. 135
. O instrumento de colheita dos dados e o papel autónomo da enfermeira, p. 136
. A colheita dos dados e o diagnóstico médico, p. 137
. Os meios de indução da informação, p. 137
. Os tipos de instrumentos de colheita dos dados, p. 137
. A importância do instrumento de colheita inicial e de actualização, p. 147
. A observação: descoberta do outro por meio dos sentidos, p. 147
. O processo de observação, p. 147
. Os factores que influenciam a observação, p. 148
. A observação e o exame físico, p. 149
. As dificuldades da linguagem não verbal, p. 150
. A comunicação: janela aberta sobre o outro, p. 152
. A linguagem verbal, p. 153
. As barreiras à comunicação, p. 156
. A escuta e as atitudes de receptividade, p. 158
. Os aspectos benéficos da escuta, p. 159
. A colheita dos dados e a relação de ajuda, p. 162
AS ACTIVIDADES DA VIDA DIÁRIA, NÍVEL 1 DA ANÁLISE E DA INTERPRETAÇÃO, p. 165
. As actividades da vida diária, p. 167
. As actividades diárias e a coordenação da equipa de cuidados, p. 170
. As vantagens desta etapa e da utilização do formulário das actividades da vida diária, p. 171
. Os tipos de instrumentos utilizados, p. 172
O DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM, NÍVEL 2 DA ANÁLISE E DA INTERPRETAÇÃO, p. 185
. A utilização de uma linguagem apropriada, p. 196
. O aspecto holístico da taxonomia dos diagnósticos de enfermagem, p. 197
. As fontes de que a enfermeira dispõe para formular hipóteses de diagnóstico de enfermagem, p. 198
. Hipótese retirada do diagnóstico médico, p. 199
A PLANIFICAÇÃO DOS CUIDADOS, ETAPA 3 DO PROCESSO DE ENFERMAGEM, p. 253
A EXECUÇÃO E A DOCUMENTAÇÃO, ETAPA 4 DO PROCESSO DE ENFERMAGEM, p. 297
. A execução, p. 299
. preparação do turno de trabalho, p. 301
. elaboração mental ou escrita de um horário de trabalho (roteiro), p. 301
. execução dos cuidados, p. 303
. delegação das tarefas, p. 303
. modelo de aquisição das competências aplicado à enfermagem, p. 304
. execução dos cuidados e as funções da enfermeira, p. 306
. documentação dos cuidados, p. 307
. Os relatórios escritos, p. 307
. As observações da enfermeira, p. 310
. Os relatórios verbais, p. 335
A AVALIAÇÃO, ETAPA 5 DO PROCESSO DE ENFERMAGEM, p. 339
. As finalidades da avaliação, p. 341
. O processo da avaliação, p. 342
OS PROBLEMAS EM COLABORAÇÃO OU PROBLEMAS COMPLEXOS E OS PROTOCOLOS DE CUIDADOS, p. 351
. Lista de problemas em colaboração de Medicina e Cirurgia e de algumas especialidades, p. 361
. Os problemas em colaboração em psiquiatria, p. 364
. Os protocolos de cuidados, p. 367
. Os tipos de protocolos de cuidados, p. 367
. As vantagens de utilizar protocolos de cuidados, p. 368
. A utilização dos protocolos e a humanização dos cuidados, p. 368
. O protocolo dos cuidados de traqueotomia, p. 371

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